Os erros listados derivam da análise dos inquéritos realizados a 32 alunos e da análise crítica do documentário por parte do grupo de trabalho.
Esta lista não se encontra fechada, pelo que podem ser acrecentados erros no decorrer do trabalho.
Na realização do teste ao documentário obtiveram-se 32 inquéritos preenchidos.
Os dados foram posteriormente inseridos no Microsoft Excel e foi gerado o seguinte conjunto de gráficos que correspondem a cada uma das perguntas do inquérito.
Figura 1 - Representação gráfica representativa dos dados recolhidos
Conclusões sobre os dados recolhidos
Depois de tratados os dados, e observando os gráficos, tendo em conta as respectivas escalas utilizadas em cada pergunta, as conclusões são:
“Que temas aborda este excerto do documentário?”
Todos os participantes assinalaram como resposta “Media e Cultura” e “Internet”. Sendo estes os temas que foram abordados neste trecho, pode-se concluir que os separados utilizados na identificação dos temas estão bem visíveis, sem necessidade de alteração.
“De um modo geral, quanto à velocidade da informação textual, consideras que seja:”
As respostas dividiram-se em 2 grupos: 19 dos inquiridos disse que a velocidade da informação textual é Algo lenta; 13 disseram que é Adequada.
Apesar dos resultados dizerem que a velocidade do texto é algo lenta, o grupo, depois de nova visualização e análise do doumentário, optou por prolongar o tempo de permanência de alguns trechos com informação textual, por considerar que a pergunta pode ter sido mal interpretada. Sendo assim, definiram-se os seguintes objectivos (com vista o melhoramento do produto):
- Observar as velocidades das informações textuais e identificar os casos onde surgem mais rapidamente;
- Reduzir as velocidades para dar mais tempo ao visualizador de perceber todos os conteúdos textuais.
De um modo geral, no que diz respeito à velocidade dos gráficos, consideras que seja:
Apesar das respostas se dividirem por 4 grupos, a maior concentração focou-se em dois: 18 dos participantes assinalaram que a velocidade dos gráficos é adequada; 11 disseram que era algo rápida. Só 2 afirmaram ser algo lenta e 1 demasiado rápida.
Pode-se concluir então que é necessário alterar a velocidade dos gráficos, tendo em conta a dispersão das respostas, forçando uma análise gráfico a gráfico.
Os objectivos serão:
Clareza da informação, sendo que 0 corresponde a nada clara e 10 a muito clara?
As respostas concentram-se nas possibilidades de resposta do 6 ao 10, existindo 2 pessoas que classificaram a clareza da informação com um 4.
Conclui-se que a informação está bem explicita, tendo sido a avaliação positiva.
Qualidade técnica, sendo que 0 corresponde a muito fraca e 10 a muito boa?
Tal como a resposta anterior, a avaliação é maioritariamente positiva. As respostas concentram-se nas possibilidades 5 a 10, havendo maior concentração na possibilidade 8 (11x) e 9 (9x).
Qualidade de som, sendo que 0 corresponde a muito fraca e 10 a muito boa?
Os resultados para esta questão foram mais dispersos. Apenas a classificação 1 e 2 não foram assinaladas por nenhum dos participantes. Apesar de termos um número significativo de possibilidades assinaladas compreendidas entre os valores 6 a 10 (27 das respostas), ainda existem participantes que assinalaram respostas consideradas negativas.
Como o objectivo é termos, não só um som razoável, mas uma qualidade de som elevada, concluiu-se que este deverá ser melhorado.
Os objectivos serão assim os seguintes:
Como classificas o volume (música de fundo):
Dos 32 participantes, só 4 é que classificaram o volume como Elevado, sendo que os restantes 28 referiram que o volume é Adequado.
Conclui-se que não surge a necessidade de alterar o volume da música de fundo.
Como classificas o volume (intervenções do focus group):
As respostas concentraram-se em 2 grupos: 25 dos participantes classificaram o volume das intervenções do focus group como Adequado; 7 assinalaram o volume como Baixo. Neste caso já existe uma percentagem mais considerável de participantes a identificar o volume como baixo.
Devido a estes resultados, e também pela existência de ruído em alguns dos trechos, concluiu-se que o som deverá ser editado.
Os objectivos serão:
Lista de referências bibliográficas utilizadas no desenvolvimento das componentes de especificação técnica, gráfica e visual do projecto.
http://help.adobe.com/en_US/AfterEffects/9.0/W
http://en.wikipedia.org/wiki/User:Mikus/S
http://help.adobe.com/en_US/AfterEffects/9.0/W
http://www.streaminglearningcenter.com/a
http://help.adobe.com/en_US/AfterEffects/9.0/W
http://livedocs.adobe.com/en_US/AfterEff
http://www.google.pt/search?aq=f&sourcei
http://pt.wikipedia.org/wiki/Plano_(cine
http://www.slideshare.net/andreiamallman
http://accad.osu.edu/~epalmer/tutorials/c
http://www.buzzle.com/articles/mpeg2-vs-m
http://www.downloadatoz.com/file-extensi
http://www.downloadatoz.com/file-extensi
http://www.downloadatoz.com/file-extensi
http://www.downloadatoz.com/file-extensi
http://forum.doom9.org/archive/index.php/t-2
http://www.differencebetween.net/technol
http://www.differencebetween.net/technol
http://discussions.apple.com/message.jsp
http://forums.macrumors.com/showthread.p
http://en.wikipedia.org/wiki/Video_codec
http://en.wikipedia.org/wiki/3GP_and_3G2
http://www.reelseo.com/autotranslate-you
http://www.google.com/support/youtube/bi
http://www.google.com/support/youtube/bi
http://www.google.com/support/youtube/bi
http://www.google.com/support/youtube/bi
http://www.google.com/support/youtube/bi
http://www.google.com/support/youtube/bi
http://codex.wordpress.org/User:DavidHou
http://www.vooshthemes.com/blog/wordpres
http://www.reelseo.com/autotranslate-you
http://www.rc.unesp.br/igce/planejamento/n
http://www.infopedia.pt/$documentario
http://www.bocc.ubi.pt/pag/penafria-manu
http://www.doc.ubi.pt/06/artigo_sergio_p
http://www.livrarialoyola.com.br/pdf_cap
http://joaonunes.com/2006/guionismo/curs
PLUGINS ESTUDADOS
Login com o Facebbok
wp-fb-autoconnect.1.8.6
Permite a integração de uma conta do Facebook com uma conta do Wordpress. Um utilizador não registado faz login com a sua conta do Facebook e este plugin automaticamente cria uma nova conta na plataforma e associa-a a essa conta do Facebook.
Vantagens: Toda a componente de utilização dos dados da conta do Facebook, bem como a criação e associação de uma conta do Wordpress está já programada.
Desvantagens: Complexidade em fazer alterações no plugin
URL: http://wordpress.org/extend/plugins/wp-f
Código disponibilizado pelo facebook em http://developers.facebook.com/docs/guid
Vantagens: maior flexibilidade na programação deste módulo
Desvantagens: é necessário programar toda a integração na plataforma com os dados procedentes do facebook.
Rating
rating-widget.1.3.2 permite a inserção de um sistema de votação em vários componentes do wordpress ( páginas, comentários e posts )
Vantagens: Permite a inserção em páginas, posts e comentários. Permite 2 sistemas de votação: gosto/não gosto e estrelas (de 1 a 5). Grande variedade de icons para alteração já no plugin.
Desvantagens: Não permite alterar os icons de rating além das opções que vêm no plugin.
URL: http://wordpress.org/extend/plugins/rati
Facebook like permite a inserção do sistema “gosto” do facebook nos posts
Desvantagem: o plugin gera um erro fatal na instalação.
URL: http://wordpress.org/extend/plugins/face
Comentários
MCEcomments
Permite a inserção de uma “tool box” com ferramentas de edição de texto no formulário de inserção dos comentários.
Vantagens: Maior personalização dos comentários.
Desvantagens: Não tem funções de upload de ficheiros.
URL: http://wordpress.org/extend/plugins/tiny
Comment Images Permite o utilizador colocar uma imagem nos comentários
Desvantagens: só permite embeber imagens por URL.
URL: http://wordpress.org/extend/plugins/word
Inserir vídeo
Viddler Wordpress plugin - Permite a inserção de vídeos a partir de uma webcam em forma de comentário na plataforma.
Vantagens: maior facilidade na criação de conteúdos.
Desvantagens: não é um formato muito utilizado em redes sociais. Assim sendo este pode causar estranheza e levar ao seu não uso.
URL: http://wordpress.org/extend/plugins/the-v
Easy comment uploads
Permite de uma forma muito fácil ao utilizador fazer upload de ficheiros para a plataforma sob forma de comentário
Vantagens: Permite upload de todo o tipo de ficheiros
Desvantagens: os vídeos e as músicas ficam apenas como link no comentário, é necessário descarregar os ficheiros para o computador para os visualizar.
URL: http://wordpress.org/extend/plugins/easy-c
Wordpress Video Plugin - permite embeber vídeos do Youtube, Vimeo, DailyMotion, etc apenas com a colocação do ID do vídeo na caixa de inserção de comentários.
Desvantagem: é complicado para um utIlizador normal encontrar o ID dos videos nas plataformas de origem.
URL: http://wordpress.org/extend/plugins/word
OEmbed for comments permite embeber vídeos do Youtube, Vimeo, DailyMotion, etc apenas com a colocação do URL na caixa de inserção de comentários.
Desvantagem: é necessário “desactivar” o link do vídeo que é activado pelo MCEcomments
URL: http://wordpress.org/extend/plugins/oemb
Embedded-video-with-link.4.1 permite embeber vídeos do youtube, vimeo, etc apenas com a colocação do URL na caixa de inserção de comentários.
Desvantagem: o plugin não funciona correctamente
URL: http://wordpress.org/extend/plugins/embe
Notificação por email dos comentários seguintes
Subscribe to Comments Permite que o utilizador subscreva uma opção que permite que seja notificado por e-mail cada vez que sejam adicionados comentários ao que ele comentou.
Vantagens: depois de subscrição da publicação, para fazer o controle das subscrições numa nova página onde é possível inclusive mudar o e-mail que recebe as notificações.
URL: http://wordpress.org/extend/plugins/subs
Partilha nas redes sociais
Simple Social - Sharing Widgets & Icons Permite partilhar as publicações em diversas redes sócias (Facebook, Twitter, Delicious, etc)
Desvantagens: Só funciona em Posts
PLUGINS ESCOLHIDOS
Wp-fb-autoconnect.1.8.6 – Este plugin foi escolhido por todas as vantagens descritas em cima, pela sua facilidade de implementação comparativamente ao código dado pelo Facebook .
MCEcomments – Este plugin foi escolhido porque foi a única ferramenta que funcionava eficazmente na plataforma com este propósito e porque acrescenta qualidade gráfica e de expressão aos comentários.
Easy comment uploads - Este plugin foi escolhido por todas as vantagens acima descritas e por cumprir o requisito de fazer upload de vídeos nos comentários, com a mais valia de fazer upload de outros tipos de ficheiros como imagens, sons e musicas
OEmbed for comments – Este plugin foi escolhido porque cumpre a função pretendida comparativamente ao seu semelhante. Embora seja necessário fazer um reparo para que os utilizadores obtenham o resultado pretendido.
Subscribe to Comments – Este plugin foi escolhido porque cumpre.
Rating-widget.1.3.2 – Este plugin foi escolhido pela sua múltipla funcionalidade de classificar as diversas publicações , de diversas formas e pela sua personalização.
Conclusões
Para a entrega deste trabalho prático teve-se a preocupação de estruturar correctamente a ordem da documentação a entregar, com vista a uniformizar os processos técnicos e gráficos inerentes à produção audiovisual e à estruturação adequada dos aspectos técnicos e gráficos da plataforma de partilha.
Foi um excelente exercício de "planificação" detalhada, sendo a especificação técnica e gráfica uma excelente forma de evitar navegações sem norte.
A qualidade e resolução são parâmetros definidos no campo “render settings” e o formato é um parâmetro definido no campo “output model settings”. Quanto à qualidade foi escolhida a opção “Best” e a resolução como “Full”. Pretende-se que as resoluções do vídeo sejam mantidas até à criação do ficheiro final.
Depois de criadas as composições no After Effects e feitas as animações, recorrendo às técnicas já especificadas na entrega do trabalho prático 3, surge uma etapa bastante relevante e crucial no processo de produção dos conteúdos para o documentário. Esta etapa refere-se ao render das animações utilizadas. O render está representado graficamente no esquema e surge após a criação das animações no AE.
Antes de fazer o render das animações é importante definir correctamente os parâmetros do mesmo, tendo-se como mais importantes os seguintes:qualidade;resolução;formato;ta
Quanto ao Render Settings, este já vem com as definições de “Best Quality” (melhor qualidade), na qual as dimensões do ficheiro final são as máximas, neste caso de 1920px por 1080px. Esta resolução é superior à da criação da composição, sendo os pixeis guardados na vertical os mesmos guardados na criação da composição, e os pixeis guardados na vertical multiplicados numa proporção de 1.33, sendo o resultado final o desejado 16:9.
Imagem 12 - After Effects Render Settings
Este estudo materializou-se pela experimentação dos principais codecs utilizados e comparação de renders de trechos de filme de 5 segundos. Os codecs utilizados definiram-se como resultado de um levantamento feito em suportes bibliográficos dos codecs mais utilizados na produção audiovisual.
Um dos elementos de suporte bibliográfico mais relevante foi disponibilizado pelo professor Jorge Ferraz, nomeadamente, uma apresentação que o professor usa como resurso na disciplina de MCMM, do 1º ano de Mestrado em Comunicação e Multimédia.
Note-se que é importante que os codecs existentes estejam adequados à sua existência para contexto web e em plataformas de publicação.
Os encoders são utilizados para comprimir ficheiros e para guardar em “containers” que representam as extensões e tipo de ficheiro (e.g. .mov - H264; .mp4 - MPEG-4).
Nota: No caso dos containers .mov e .mp4, caso o encoder seja o mesmo na compressão, o resultado final do vídeo, em termos de qualidade, será igual. Neste processo o que realmente é fulcral é a definição dos encoders a utilizar na compressão do vídeo tendo sempre presente o seguinte pensamento: melhor equilíbrio entre qualidade/tamanho.
É importante referir que existiram algumas dificuldades quanto à definição dos containers e encoders, devido à disposição dos mesmos no After Effects, de forma aleatória e sem esta divisão perceptível. Porém através de estudos sobre estas temáticas, conseguiu-se perceber as diferentes vertentes.
Testes realizados na plataforma de publicação YouTube
A plataforma de publicação Youtube permite upload de vídeos em alta definição, no entanto, para utilizadores comuns, existem algumas restrições:
Estas questões podem ser contornadas através do uso de contas “Director” ou então, para um tamanho e duração bastante superiores, utilizar a ferramenta “Advanced Video File Upload”, com recurso a Java.
Imagem 13 - Upload avançado de ficheiros
O Youtube permite o upload de ficheiros nos seguintes formatos:
Para os testes realizados foi utilizado um trecho de vídeo captado pelo grupo, numa sessão de focus group, com a duração de 4s.
Output Model: Quicktime
Render Settings: Best Quality
Imagem 14 - Cálculos para o tamanho de vídeo com quicktime
Imagem 15 - Print Screen de exemplo da qualidade em Quicktime
Output Model: Codec H264
Render Settings: Best Quality
Imagem 16 - Cálculos para o tamanho de vídeo com H264
Imagem 17 - Print Screen de exemplo da qualidade em H264
Algoritmo complexo de compressão o que resulta num maior uso da capacidade de processamento das máquinas onde estão a ser feitos os renders. A maior dificuldade tem a ver com a existência de dispositivos de leitura do encoder H264.
Output Model: Codec MPEG-4
Render Settings: Best Quality
Imagem 18 - Cálculos para o tamanho de vídeo com MPEG-4
Imagem 19 - Print Screen de exemplo da qualidade em MPEG-4
Sendo o encoder H264 um novo formato para o standard encoder MPEG-4, este será o formato mais estável e com melhor equilíbrio qualidade/tamanho, sendo adequado no contexto de web streaming.
Output Model: Codec FLV
Render Settings: Best Quality
Imagem 20 - Cálculos para o tamanho de vídeo com FLV
Imagem 21 - Print Screen de exemplo da qualidade em FLV
Output Model: Codec F4V
Render Settings: Best Quality
Imagem 22 - Cálculos para o tamanho de vídeo com F4V
Imagem 23 - Print Screen de exemplo da qualidade em F4V
Os encoders FLV e F4V são utilizados para vídeos que irão ser publicadao em players Flash, como o Adobe Flash Player. Oitente por cento dos vídeos em plataformas online de todo o planeta são vistos com recurso à tecnologia Adobe Flash.
Além dos renders efectuados é vital especificar, visto que o documentário vai ser publicado através do Youtube, as melhores soluções a nível técnico para esta plataforma de publicação.
Imagem 24 - Retirado dos slides utilizados na apresentação PowerPoint “Publicação e Divulgação em plataformas digitais – encoders & containers”, Mestrado em Comunicação e Multimédia, do Professor Jorge Ferraz
Tendo em consideração a tabela de comparação dos tipos de media suportados pelo Youtube e os requisitos definidos à priori quanto à resolução do documentário a disponibilizar e qualidade de video e audio conseguiu-se chegar a uma especificação concreta.
Como pode ser observado na tabela, para uma resolução de 1080p tem-se:
3. Especificação gráfica da plataforma
A grelha da plataforma web Eurágora é composta por 6 colunas de 145px com guteiras de 17px. Estes valores foram estudados e calibrados por forma a conseguir que a grelha tivesse de largura 960px.
Este valor permite que o site se mantenha inalterado independentemente do browser onde é visualizado ( cuja largura dos borders pode variar ) e contempla também o espaço ocupado pela scrollbar.
Em termos verticais a unidade modular definida foram 15px, que corresponde ao valor de altura de linha dos textos dos comentários (conteúdos mais activos).
Grelha 1 - Cinzentos web
Na página Home temos um caso excepcional de utilização de outra unidade modular vertical para o texto da descrição do projecto, que irá ficar ao lado do vídeo. Aqui foi usada a unidade 10px, também devido à altura da linha do texto, uma vez que se pretendia ter um texto mais pequeno do que o usado na área dos comentários.
Grelha 2 - Cinzentos Homepage
Ao fazermos planificação em browser, verificamos que a quebra de página que o utilizador encontra logo ao iniciar a sua visita na plataforma, pode facilmente remete-lo para fazer scroll para baixo e continuar a ver os conteúdos, uma vez que tanto na Home como nas páginas de conteúdos a zona da quebra corresponde sempre à zona de comentários e os comentários ficaram sempre a meio, indicando que mais conteúdo se encontrará ao “baixar” da página.
Grelha 3 - Páginas em contexto browser
Na imagem anterior é possível verificar o nível máximo de indentação permitida nos comentários encadeados para que ao inserir um vídeo do youtube, a grelha não seja deformada. Assim sendo são permitidos 6 níveis de indentação
Com a construção da grelha de raiz, facilitou-se assim o processo de criação dos layouts das páginas com base nas grelhas de cinzentos, tornado a plataforma a nível visual muito mais consistente.
Grelha 4 - Evolução grelha web
Grelha 5 - Evolução grelha Homepage
Tipografia
Relativamente à tipografia a utilizar, como está referido e fundamentado no manual de identidade da marca, na plataforma Web serão usadas 2 fontes: Verdana e Trebuchet MS.
Devido aos seus diversos usos na plataforma é necessário especificar qual a fonte, tamanho, cor e altura de linha a usar para que esta possa também ser coerente.
Tipografia Homepage
Menu:
Verdana, 10px, caixa alta, #9c9b9b
Titulo da descrição do projecto:
Trebuchet MS, 25px, #ffffff
Corpo de texto da descrição do projecto:
Verdana, 12px, #ffffff, altura da linha: 20px
Mensagem (Teaser):
Verdana, 24px, #333333
Titulo:
Trebuchet MS, 17px, #dddddd
Informações da publicação:
Altura da linha:15px
“Posted”, “by”: Trebuchet MS, 10px, #888888
“APR 14, 2011”, “ADMIN”: Verdana, 10px, caixa alta, #aaaaaa
Corpo de texto do comentário:
Verdana 10px, altura da linha:15px
Como está presente nas imagens da plataforma a caixa de inserção de comentários permite que o utilizador formate o seu texto: negrito, itálico e sublinhado bem como o seu alinhamento: esquerda, direita e ao centro.
Texto dos botões de submissão de comentário
Verdana, 13px, #ffffff, alinhado ao centro do botão.
Titulo footer:
Trebuchet MS, 22px, #dddddd
Texto footer:
Trebuchet MS, 12px, #ffffff
Texto Copyright:
Trebuchet MS, 10px, #888888;
Tipografia página conteúdo
Titulo da página (teaser)
Verdana 24px, #ffffff, alinhado ao centro da caixa
Caminho da página:
Trebuchet MS, 10px, #888888 caixa alta
Corpo de texto:
Verdana, 20px, #000000, altura da linha 30px
As escolhas tipografias acima descritas tiveram por base a cuidada selecção de fontes para que fossem usadas apenas fontes de sistema, disponíveis tanto em PC como MAC, para que todos os utilizadores visualizassem a plataforma de igual modo.
Todos estas escolhas tipográficas, não foram somente criadas no Photoshop, mas a sua leitura e desempenho foi também validado em HTML, suporte final de visualização das mesmas.
Manual de Identidade
4. Especificação técnica da plataforma
Arquitectura de rede
Esquema 1 - Arquitectura de rede
O esquema representa as ligações e fluxos de informação presentes na interacção com a plataforma web Eurágora.
O esquema está subdividido por forma a representar separadamente os processos que ocorrem no client-side dos que ocorrem no server-side. No que diz respeito ao client-side, estão representados os processos de conexão entre o utilizador (regular e administrador) e o servidor da plataforma, através de um router, sendo que este é indispensável para a conexão à Internet.
No server-side podem distinguir-se as funcionalidades, respectivos plug-ins instalados, ligações externas e base de dados. De entre as funcionalidades identificam-se a partilha de conteúdos (share content), login através da conta de Facebook ® (login with facebook), classificar vídeo (rate video), submissão de vídeo (através de upload directo – easy comment upload - ou colando o URL do vídeo do Youtube ou Vimeo – embedded video with link), pesquisa e edição de perfil, sendo que estes dois últimos não dependem de nenhum plug-in.
Cada funcionalidade tem uma ligação independente ao respectivo plug-in, sendo que este último pode ter acesso a um elemento externo – por exemplo os plug-ins de login através de Facebook ® que se liga, a partir do servidor da plataforma, ao servidor do próprio Facebook ®. Outro caso que se enquadra nesta perspectiva é o das legendas automáticas do Youtube ®, sendo que estas legendas são geradas em tempo real através do acesso ao serviço de tradução do Google ®.
Inserir comentário
Esquema 2 - Fluxograma inserção de comentário
Na acção de inserir um comentário na plataforma, o utilizador começa por redigir o comentário no formulário de inserção do mesmo, após escrever pode optar se quer inserir um ficheiro para enriquecer o seu comentário ou não.
Caso não o faça, submete o comentário que será gravado na BD e ficará à espera de aprovação por parte do administrador, que pode valida-lo e assim este passar a constar na plataforma, como pode não o aprovar caso não cumpra as mínimas regras de bom senso e assim o eliminará.
Inversamente se o utilizador decidir inserir um ficheiro, tem 2 hipóteses: pode colar o URL do vídeo de sites repositórios de vídeo como o Youtube ou o vimeo ou pode fazer upload de um ficheiro que tem no seu computador para a plataforma.
Se optar por colocar o URL do vídeo, após essa colocação submete o comentário, que por sua vez activará um plugin (Oembed for comments) que fará o embed automaticamente do vídeo no comentário. Após essa actuação do plugin a informação é gravada na BD e ficará a aguardar a aprovação do administrador. Como referido anteriormente, se o administrador aprovar o comentário este passa a figurar na plataforma, caso o reprove este é eliminado.
O outro método enunciado era o upload de um ficheiro local. Existe no formulário de inserção de comentários um campo que permite seleccionar o ficheiro pretendido para fazer upload. Convém mencionar que tanto este campo de inserção como o próprio upload do ficheiro são efectuados através de um plugin (easy comment upload).
Após submissão do comentário este é gravado na BD e ficará a aguardar a aprovação do administrador que efectuará o processo já descrito em cima.
Todos os comentários carecem de aprovação por parte do administrador para que assim exista algum tipo de controlo sobre as publicações a serem inseridas, para que os parâmetros de qualidade da plataforma e do projecto não se desvaneçam.
Login
Esquema 3 - Fluxograma login
Representa o processo de login, quer através do sistema interno do sistema, quer através do sistema externo do Facebook ®. O processo externo de login através do Facebook ® não é processado no servidor da plataforma.
Assim que o utilizador tenta fazer login na plataforma Wordpress ® tem duas opções: registar-se ou, caso já o tenha feio anteriormente, inserir os respectivos dados de utilizador. Se o utilizador optar pelo registo, é-lhe apresentado um formulário que deve preencher para completar o registo com sucesso. Assim que este registo seja validado, o utilizador está autorizado a entrar na plataforma. O acesso à plataforma é feito através da inserção de um par utilizador/palavra-passe.
Mapa de navegação
Seguindo os módulos propostos no âmbito do nosso projecto, de forma especificada, as duas vertentes: plataforma de partilha do documentário e documentário audiovisual, a especificação técnica e gráfica está definida por 4 àreas principais:
1. Especificação gráfica do documentário
Nesta àrea são especificadas as grelhas do documentário. Convem referir que as grelhas estão embutidas no contexto apropriado de visualização de forma a garantir uma percepção mais realista das dimensões e suportes onde será visualizado o documentário.
Grelha 1 - 1280px por 720px
Esta grelha pretende estudar a posição dos elementos gráficos (estáticos e dinâmicos) numa dimensão máxima de 1280 píxeis de comprimento por 720 píxeis de altura. As linhas principais a ter em conta são as conhecidas linhas dos “terços” e as margens de segurança (72 píxeis cada “nível”). Esta resolução está de acordo com a resolução mínima de alta definição (720p) que o Youtube suporta.
Grelha 2 - 1920px por 1080px
Tal como na grelha anterior, as linhas principais são as dos “terços”, margens de segurança e área destinada a oráculos. Apesar de esta área não estar representada na grelha número um, ela também existe. Esta resolução diz respeito à qualidade máxima que propomos utilizar no vídeo final.
Grelha 3 - vídeo em contexto web - plataforma Youtube
Na grelha 3 pode-se observar o comportamento das legendas na plataforma de publicação Youtube. Os rectângulos a verde representam a àrea ocupada pelas legendas, tendo já sido comtemplada uma margem de segurança, de forma a evitar a quebra da grelha quando são utilizados outros tipos de letra. Esta àrea foi definida com base em pesquisa de videos com qualidade 1080p, nos quais se observasse a utilização da ferramenta de legendagem automática do Youtube. Note-se que o tamanho desta àrea mantem-se o mesmo quando se selecciona a opção full screen.
2. Especificação técnica/gráfica do documentário
Visto que o documentário é o grande foco do nosso projecto, considerou-se imprescindível a esquematização dos processos envolvidos na sua produção, desde a captação, record para as máquinas (digitalização do vídeo), criação de animações, renders das animações, adição e montagem final.
Antes de começar a especificar os processos acima referidos e, seguindo uma tipologia de trabalho de equipa de produção em contexto audiovisual, é relevante referir a base do documentário, os objectivos e metas a atingir com o mesmo, para uma melhor compreensão geral do contexto desta especificação técnica.
No documentário o objectivo é captar as opiniões dos participantes, tanto na forma de imagem como a nível sonoro. As expressões e emoções são aspectos bastante relevantes na produção de conteúdos audiovisuais, principalmente quando os assuntos possuem um carácter de certa forma mais consciencioso e de incentivo ao proactivismo. Assim, pretende-se que o resultado final seja apelativo e cativante para o público-alvo, sendo importante que este se identifique com os conteúdos, sendo este ênfase nas expressões um aspecto importante na aproximação do público ao documentário.
Tendo em conta os processos intrínsecos à produção audiovisual, o grupo começou por fazer uma réperage, isto é, uma análise/visita ao local de filmagem e levantamento das condições à priori de forma a responder a determinadas perguntas como:
O espaço tem luz natural?
Qual a sua localização?
O espaço é afectado por ruídos exteriores?
Qual é a acústica?
Os orientadores de projecto aconselharam ao grupo uma sala em específico na qual procedemos à réperage referida anteriormente. Não só se teve cuidado quanto aos aspectos técnicos e físicos de equipamentos, mas, visto que a sala seria usada com o intuito de fazer reuniões entre pessoas diferentes, de preferência que não se conhecessem, com grande nível de diversidade, seria relevante pensar em critérios relacionados com os participantes.
Espaço
O esquema representativo refere-se à sala de reuniões nº2 - Sapo, 21.1.24, na qual se irão realizar todas as sessões de focus group. A sala, equipamentos, sua disposição e todos os elementos referidos foram pensados estrategicamente com base em determinados critérios pré-definidos resultantes de um estudo feito com recurso a documentos que abordam a temática dos focus group e estratégias de abordagem a grupos de trabalho/discussão.
Tabela 1- Critérios e Requisitos definidos na pré-produção
Luminosidade e Espaço
A respectiva sala tem uma boa iluminação natural, com quatro janelas que se situam alinhadas em uma só parede e o seu espaço é suficientemente grande para os elementos do focus group se sentirem livres e “à vontade”, assim como para ter os equipamentos de captação de vídeo e respectivos suportes a utilizar durante as sessões de focus group, sem que os presentes se sintam constrangidos e intimidados.
É importante que a sala tenha uma boa iluminação, o que evita a utilização de focos de luz, que tornariam o espaço mais preenchido de equipamento - o objectivo é tornar o espaço agradável evitando ao máximo que os participantes se sintam incomodados pelos equipamentos utilizados.
Câmeras / Planos de filmagem / Disposição de equipamento e participantes
A sala, sendo fisicamente um rectângulo, dificultou a definição do número de câmeras e a sua disposição na área da mesma. Foram realizados testes e reuniões de experimentação, de forma a analisar do ponto de vista prático a disposição dos equipamentos e as soluções mais plausíveis.
Esquema 1- Reunião de teste
Nesta disposição encontraram-se alguns problemas quanto às regras de filmagem, nomeadamente a regra dos “terços” e ao alinhamento contrário das câmeras. Neste modelo existiam 2 câmeras que se situavam em linhas opostas, as quais apareciam nas filmagens. Outro dos problemas tem a ver com a impossibilidade de realizar alguns dos planos que se pretendem implementar durante as sessões. Neste tipo de disposição, surgem “zonas de desconforto” para os participantes, nas quais estes são filmados de costas, o que pode acentuar o desconforto dos mesmos, impedindo uma boa clarificação dos pensamentos e afectando a participação activa.
Imagem 1 - Focus group experimental
Imagem 2 - Focus group experimental
Imagem 3 - Focus group experimental
Como se pode verificar nas imagens extraídas dos clipes de vídeo registados nas sessões de teste da fase de réperage, encontram-se alguns dos problemas para esta disposição do equipamento. Um dos problemas foi também o excesso de luz natural, tendo que se configurar as máquinas de forma a corrigir este aspecto - não existe assim necessidade de uso de equipamentos de iluminação.
Tendo presentes os critérios e questões referenciados acima, assim como os testes realizados, chegou-se a uma arquitectura e disposição bastante optimizada e eficaz.
Esquema 2 - Arquitectura e disposição de equipamento e participantes
Existem 3 câmeras HDV, disponibilizadas pelo DeCA, posicionadas estrategicamente na sala.
Uma das câmeras, a representada no esquema pelo número 1 é estática e filma toda a mesa de focus group. As duas outras câmeras são móveis, quanto à sua rotação no eixo horizontal, zoom e cada uma delas ocupa um foco referente a cada uma das alas da mesa onde estão os participantes. Esta área de filmagem está representada pelas manchas coloridas a azul, verde e amarelo, que partem de cada uma das câmeras. O tracejado presente no interior das manchas coloridas representa a menor abertura angular a ser utilizada, isto é, o zoom máximo de forma a obter os planos pretendidos.
A necessidade da utilização de 3 câmeras surgiu do critério definido pelo grupo de trabalho quanto aos planos de filmagem.
É, de certa maneira impossível detalhar um storyboard com uma profundidade muito elevada, no entanto, é necessário que exista um fio condutor, de forma a anteceder casos onde são necessários determinados tipo de planos. O que é difícil de prever é a programação seguindo uma linha de tempo restrita, ou seja, dizer que a determinado minuto da sessão é necessário fazer determinado plano especifico para esse momento. Esta dificuldade surge do carácter dinâmico que se pretende que os participantes do focus group adoptem, podem surgir temas que supostamente, segundo guião, iriam surgir numa outra altura da sessão.
No entanto, existem alguns planos que se pretendem implementar nos trechos de documentário (após junção dos motion graphics criados no Adobe After Effects ®).
Em baixo pode-se observar a previsão de cenários, seguindo os contextos possíveis de interacção e diálogo:
Momento de discussão geral
Plano aberto da câmera fixa
Este plano surge da necessidade de captar um grupo de pessoas, onde é possível reconhecer as mesmas, sem entrar em detalhe sobre cada pessoa singular. Este plano torna-se bastante importante na medida que é um identificador do espaço de discussão, ou seja, a sala 21.1.24. A câmera a utilizar será fixa e terá uma inclinação vertical de cerca de -20º, representada na esquematização pelo número 1.
Imagem 4 - Câmera fixa - discussão geral (plano aberto)
Momento de discussão seccionada
Plano aberto das câmeras móveis
Este plano será implementado em momentos de debate que se foquem numa das alas das mesas. O objectivo é utilizar as câmeras laterais com operadores, captando um plano aberto da ala respectiva de forma a registar as interacções e diálogos provenientes do debate.
Imagem 5 - Câmera móvel - discussão geral (plano aberto)
Exposição individual
Subdivide-se em 2 vertentes: (1)participante que nunca falou; (2)participante do qual já existe identificação.
Plano médio (vertente 1)
Plano que capta o objecto filmado da cintura para cima, representando sensivelmente 1/2 do objecto. Este plano possibilita, respeitando a regra dos “terços”, um inclusão futura, através de edição no Adobe After Effects ®, de oráculos com a identificação do participante. Esta identificação é fulcral no processo de empatia com o público-alvo tornando-os mais sensíveis aos assuntos debatidos.
No diagrama é demonstrada uma possível forma de disposição dos oráculos, pelos rectângulos preenchidos a tracejado.
Imagem 6 - Câmera móvel - exposição individuall (plano médio)
Plano aproximado/grande plano (vertente 2)
No plano aproximado os participantes são enquadrados na imagem dos ombros para cima (pessoa singular), representando sensivelmente 1/3 do objecto. Este plano aparece quando há um depoimento de um participante do qual já existe identificação registados, ou seja, o plano será usado caso já se tenha verificado a vertente 1 da exposição individual. Tendo-se já verificado a vertente 1, poder-se-á realizar este plano, eliminando-se a necessidade de “espaço” para inclusão de oráculos de identificação.
Imagem 7 - Câmera móvel - exposição individuall (grande plano)
Plano de pan (panorâmica) horizontal
Este plano tem a particularidade de sortir um efeito de movimento. O objectivo é filmar cada uma das alas da mesa fazendo uma panorâmica dos elementos, podendo-se incluir ou não zoom in/zoom out de forma a dinamizar o plano. Desta panorâmica podem surgir algumas situações específicas quanto aos planos a implementar:
• Plano aproximado > plano médio > plano aberto da ala – acompanhados de panorâmica horizontal da câmera com recurso ao zoom out;
• Plano aberto da ala > plano médio > plano aproximado – igual panorâmica horizontal da câmera, com recurso a zoom in até ao plano aproximado.
Respeitando estes planos de filmagem, a existência de uma única câmera, de plano geral dos participantes ou mesmo de dois dificultaria a captação de expressões e emoções, intenções a implementar no documentário.
Assim sendo, a melhor solução ao nível da especificação técnica das filmagens será implementar um esquema de 3 câmeras, das quais 2 serão móveis, isto é, nas quais 2 elementos do grupo intervêm directamente, para dinamizar os planos e captar momentos cruciais durante as sessões que futuramente serão de grande relevância para a edição e montagem final do documentário.
Outras das razões para utilizar este esquema de câmeras é a disposição dos participantes na mesa de debate: como estes se encontram, de forma geral, frente-a-frente, torna-se imprescindível a utilização de mais do que uma câmera para se conseguirem captar todos os intervenientes. A não utilização deste esquema resultaria em depoimentos que seriam unicamente captados de forma sonora.
As problemáticas associadas às zonas de desconforto também são eliminadas utilizando este esquema: as câmeras encontram-se lateralmente aos participantes não sendo intrusivas.
Nota: a câmera de plano geral situa-se ligeiramente inclinada (segundo uma vista top) devido à existência de um retroprojetor, utilizado como suporte nas sessões. No entanto, este deslocamento não surte qualquer efeito no plano de filmagem pretendido.
Acústica / Som
A acústica da sala foi testada através de testes efectuados com microfones.
Sendo o objectivo das sessões a discussão e debate, o risco de diálogos paralelos torna-se maior, tornando provável uma má percepção dos depoimentos.
Porém os testes efectuados decorreram sem nenhum problema, sendo somente necessária a utilização de microfones externos ligados directamente às câmeras.
Guião do Documentário Eurágora
Barry Hampe, realizador, produtor e autor do livro “Making documentary films and movies” refere que não basta “gravar um monte de entrevistas, transcrevê - las, e então organizar o script”, é necessária uma planificação que conduza aquilo que queremos mostrar, assim como dados / imagens que provem as informações que passamos.
É nesse sentido que o nosso documentário integrará duas vertentes: os factos e as opiniões. Apesar de no nosso tema não existir uma verdade absoluta a ser demonstrada, mas sim uma consciência colectiva que pretendemos perceber e estudar, pensamos que é importante mostrar alguns factos específicos e dados estatísticos que ajudam a compreender o tema e o contexto; assim, o documentário do Projecto Eurágora será composto por duas vertentes distintas: infografias e excertos dos focus group de investigação.
A especificidade do documentário enquanto género cinematográfico levou o grupo a efectuar uma pesquisa sobre a criação de guiões para este formato, uma vez que não tinhamos qualquer experiência na sua elaboração.
Tal como pesquisamos, é natural que exista uma certa espontaneidade no que diz respeito ao guião e às imagens: o produto final é difícil de prever, uma vez que depende do que for captado e, no caso, da evolução das temáticas no Focus group e das intervenções dos participantes.
Muitas vezes, como refere Sérgio Puccini, doutorado em Cinema e investigador da prática do roteiro cinematográfico e dramaturgia, é escrito o roteiro depois das filmagens, para orientar a montagem, e não antes da sua captação. O grupo fez um esboço de um guião técnico a utilizar na montagem, baseado num exemplo de Paulo Alberton. (Guião de Pós Produção em PDF)
No entanto,é fundamental algum plano de orientação, que já teve um início no momento em que definimos quais as temáticas e a ordem a abordá-las no documentário. (Guião Literário em PDF)
Para além dessa orientação temática, também definimos pormenores técnicos como posições das câmeras, ambiente de gravação e planos a utilizar (ver especificação visual e técnica do documentário.)
Os links abaixo conduzem aos exemplos de guião de Pós-Produção e Literário que produzimos para o documentário.
Guião Pós-Produção: http://pt.scribd.com/doc/53108962/Guiao-P
Guião Literário: http://pt.scribd.com/doc/53108954/Guiao-L
Resumo do processo de réperage (pré-produção)
Depois de concluído o processo de análise das condições, requisitos, critérios fulcrais para a passagem para a fase de produção é essencial enunciar, de forma sistémica, os equipamentos a utilizar. A tabela abaixo representa os equipamentos necessários à filmagem.
Tabela 2 - Listagem do equipamento
Depois de filmar segue-se para o passo seguinte: digitalização para computadores.
Esquema 3 - Record (digitalização) para computadores
No esquema representativo, no canto superior esquerdo, encontra-se uma representação do record do vídeo captado para as máquinas do grupo.
O conteúdo das cassetes utilizadas para o registo áudio/vídeo foi passado para formato digital utilizando o software Adobe Premiere Pro ®.
O formato escolhido para o processo de digitalização foi HDV1080i25: 1080 diz respeito à resolução, sendo esta a resolução máxima dos equipamentos de filmagem e a que mais se enquadrava com as proporções de ecrã pretendidas (16:9); 25 diz respeito ao fps, número de frames por segundo, respeito as normas de codificação PAL que estão em vigor na Europa.
Acções implementadas no processo “record para computador”
Imagem 8 - Processo de record 1
Imagem 9 - Processo de record 2
Imagem 10 - Processo de record 3
Imagem 11 - Processo de record 4
Imagem 11 - Processo de record 5
Imagem 12 - Processo de record 6
Depois de concluído o processo de record, o vídeo é armazenado no computador sem compressão, como clipe de filme e é também criado um ficheiro .xmp que contém informações acerca do clip de filme. (canto inferior esquerdo do esquema representativo)
Esquema 4 - Animações/Renders/Fusão/Formato final
O esquema refere-se ao processo que decorre desde a criação das animações no Adobe After Effects ®, renders das animações, fusão dos trechos de vídeo captados do focus group e montagem final.
Para fazer as animações pretendidas e como referido nas entregas dos trabalhos práticos 2 (requisitos funcionais e viabilidade técnica) e 3 (demos técnica e gráfica), o software utilizado é o Adobe After Effects ®, representado na parte superior do esquema.
Na criação de um novo projecto no AE os parâmetros definidos devem corresponder aos utilizados no processo de digitalização referido anteriormente. (Imagens referentes ao processo no Adobe After Effects ®)
Acções implementadas no processo de criação das composições no Adobe After Effects ®
Inicialmente cria-se um novo projecto no programa e de seguida a composição. Na criação da composição são definidos os parâmetros pretendidos como por exemplo a resolução de vídeo, número de frames por segundo e normas de codificação, adequando sempre estes parâmetros aos definidos para o record referido anteriormente.
O formato utilizado foi o HDV1080i25, sendo a resolução de 1440px por 1080px. Esta resolução corresponde aos pixéis que são realmente guardados, sendo que na definição da composição no Adobe After Effects ® a resolução que surge na criação de uma nova composição.
Um aspecto particular e que se teve em bastante consideração foi o aspect ratio na escolha do formato. Utilizando o formato acima referido, o aspect ratio vem definido em 16:9, sendo esta proporção a mais utilizada na actualidade, em detrimento da proporção 4:3.
Em termos comparativos com os formatos mais utilizados, HDV, AVCHD e DVCPROHD, o formato escolhido, além de ser o de melhor qualidade conseguido pelo equipamento de filmagem utilizado, é o que traz mais vantagens ao grupo, desde a edição, até ao render e montagem final.
O formato DVCPROHD é o que utiliza menos utensílios de compressão, no entanto, neste tipo de formato criam-se sub amostras dos ficheiros na horizontal (1920 para 1280).
Em termos de qualidade de vídeo, o melhor formato de todos seria o AVCHD, no entanto este formato não é passível de ser captado pelas câmeras, o que impossibilita o seu uso. Além disso, são necessárias máquinas (computadores) mais potentes (uso do CPU - 54%) com um tempo de render de 29s.
Tendo em conta estas variáveis, o formato HDV, segundo testes efectuados em máquinas da marca HP, tem uma percentagem de utilização de CPU de 34%, com um tempo de render de 19s. Assim sendo, o formato acima referido requer a utilização de máquinas menos potentes e o processo de render é facilitado em questões de tempo.
nota: as percentagens demonstradas resultam de testes efectuados em máquinas da marca HP, sendo a marca utilizada em 50% pelo grupo.
No formato HDV é utilizado um codec de menor complexidade MPEG-2 e é requerido um data rate de 25Mbps, o que é relativamente bom, comparando com os 100 Mbps do formato DVCPROHD.
Edição de video
No programa Adobe After Effects ® são passíveis de implementar filtros de edição de vídeo. A seguir segue-se uma lista de filtros que poderão ser usados futuramente, caso se justifique:
Adjust:
Color correction:
Na tarde de 6 de Abril, decorreu a primeira reunião com o focus group de investigação.
Esta foi a primeira das reuniões previstas e teve como objectivos a apresentação das temáticas a abordar nas sessões seguintes assim como a apresentação dos moderadores e introdução aos temas através de uma discussão generalizada acerca da Europa.
De uma forma geral, a reunião teve como propósito principal a familiarização do focus group com as temáticas e o despertar do espírito crítico e da partilha de opiniões.
As principais questões abordadas pretendiam perceber os conhecimentos dos participantes sobre a Europa e o quanto se sentem europeus, detectando também aquilo que são os pontos em comum entre o nosso país e o resto da europa.
Numa primeira fase fizemos umas questões mais directas e um jogo que testava a cultura geral dos intervenientes sobre a Europa. Depois, colocamos questões que apelavam à discussão.
Pudemos compreender que, à excepção de um, todos os participantes partilhavam um sentimento de identidade portuguesa, e não europeia. A moeda, a fácil mobilidade e as leis comuns surgiram como os pontos que mais nos ligam à Europa.
A pertença de Portugal à União Europeia foi um dos temas que gerou maior discussão, pois foram apontados vários factores negativos inerentes a essa pertença. No entanto, na opinião geral, fazer parte da UE é positivo e traz benefícios e vantagens ao nosso país.
Numa última fase, foi perguntado quais seriam os temas que focariam caso estivessem no nosso lugar, a desenvolver um projecto sobre a consciência europeia. Alguns dos temas coincidiram com os escolhidos por nós: a mobilidade, os programas de mobilidade estudantil, os media e a internet e a migração. Para além desses, foi sugerida a importância da educação, do contexto social e a linha histórica da criação da Europa/União Europeia.
O grupo ficou bastante satisfeito com o resultado da primeira reunião. O grupo de discussão foi dinâmico e liberto em expressar as suas opiniões, o que contribuiu para a recolha de testemunhos muito interessantes.
Deixamos aqui algumas fotos da reunião para abrir o apetite :)
Na passada terça-feira, dia 15 de Março, realizou-se na sala 21.1.24 a primeira reunião com o focus group interno. Esta reunião teve por objectivo o teste ao material de gravação (câmeras, tripés, focos, microfones e projector) e proporcionar um primeiro contacto prático aos métodos utilizados em reuniões com focus groups.
A reunião foi moderada pelo prof. Vania Baldi que utilizou como suporte principal uma apresentação powerpoint na qual incluiu perguntas que abordavam temáticas como a juventude e a adultês, as diferenças entre diferentes gerações e as perspectivas de cada um acerca das mesmas. Para tal, o prof. recorreu a diferentes metodologias de abordagem a focus group como a resposta em papel, a exposição oral e, com vista ao estímulo das diferentes perspectivas e opiniões, pontos quentes
.
Desde já agradecemos às pessoas que se voluntariaram a participar nesta reunião, pelo tempo dispendido e pelo contributo prestado no desenvolvimento do projecto.
Deixamos, a título de interesse, a apresentação powerpoint que guiou a disussão:
É altura de fazer outro ponto de situação sobre a progressão do projecto.
Desde a fase de idealização e conceptualização do projecto muito trabalho foi realizado e, neste momento, está praticamente tudo definido para começar a produzir conteúdos.
Com o decorrer dos dias e dos objectivos definidos de forma a cumprir prazos e metas a estruturação das tarefas e a sua calendarização tornou-se fulcral para o grupo. Esta clarificação deveu-se também à necessidade de antecipar algumas das tarefas definidas em projecto, como o estudo dos requisitos funcionais e da viabilidade técnica.
O focus group a ser utilizado nas sessões de trabalho foi definido e o grupo espera o feedback das pessoas contactadas de forma a organizar e marcar estas sessões em horários flexíveis o suficiente de forma a garantir que ninguém é prejudicado.
Enquanto esta tarefa se encontra em stand-by e, seguindo a sugestão dos orientadores, irão ser realizadas sessões com um “focus group interno” do qual faremos parte, de forma a familiarizarmo-nos com as técnicas de condução de focus group e as possibilidades de interacção entre os elementos, com o objectivo de planear reuniões consistentes e fluentes. Esta reunião tem como também como objectivo o teste do equipamento audiovisual quanto à sua disposição no espaço, de forma a distrair o mínimo possível os intervenientes da sessão.
Neste momento, a prioridade é o planeamento detalhado das reuniões com o focus group, recorrendo às sessões de grupo interno, assim como aos materiais teóricos disponibilizados ao grupo, por parte da orientadora Lídia, com vista a uniformizar as técnicas e métodos de trabalho no contexto de reunião. Em paralelo, as tarefas referentes às entregas da UC de Projecto estão a ser finalizadas e adequadas à tipologia da disciplina, concretamente a entregas dos requisitos funcionais e da viabilidade técnica: devido à tipologia do nosso projecto (plataforma web + documentário), na aula de Projecto os docentes Nuno Ribeiro e Benjamin Júnior aconselharam-nos quanto à especificação dos requisitos funcionais e a sua ligação com a viabilidade técnica (e.g. hardware; software; api’s; linguagens; frameworks).
Posto isto, vamos jogar uma partidinha de golfe porque o governo é amigo e quer que os europeus continuem a conhecer Portugal como o País do Golfe.