hugo-jp-araujo @ 17:39

Dom, 08/05/11

 Na passada quinta-feira o grupo deslocou-se ao STIC (Serviço de Tecnologias de Informação e Comunicação) depois de uma troca de emails a pedir ajuda para obter excertos de vídeos interessantes a englobar no documentário. 

Depois da pesquisa online, percebemos que não é fácil conseguir vídeos gratuitos e com boa qualidade, assim o professor Ferraz aconselhou-nos na passada aula de orientação a procurar lá ajuda.O STIC dispõe de grande quantidade de vídeos em arquivo, já que produzia, pararelamente a muitas outras coisas, o programa 3810. Assim, ontem o grupo esteve lá durante a tarde a procurar na base de dados com o João Oliveira que se mostrou totalmente disponível para nos ajudar. O objectivo é apenas incluir pequenos trechos de vídeo real em separadores ou introduções aos temas e o grupo levou uma lista de palavras-chave para ajudar na procura: 

  • Media e Bens Culturais / Web
  • Monumentos
  • Teatro
  • Música (música de rua)
  • Tradições de portugal (resto do Mundo)
  • Cinema
  • Sítios
  • Quotidiano
  • Dispositivos móveis
  • Tecnologias da comunicações
  • Migração/Mobilidade
  • Multidões (transportes)
  • Trafego rodoviário
  • Aviões
  • Pessoas com malas
  • Turistas
  • Erasmus
  • Equipamentos de recolha de dados (pessoas a tirar fotos)


Depois de seleccionar na base de dados episódios que nos podiam servir, visualizamos os mesmos de forma a perceber quais os excertos que poderíamos retirar. Devido à grande quantidade de recursos disponibilizados pelo STIC, ainda não vimos todos que tínhamos seleccionado, assim, na terça feira o grupo voltará lá à tarde para concluir a pesquisa. A nível técnico, também nos deram uma pequena ajuda: depois de mostrar as definições escolhidas na exportação do vídeo, o João Oliveira disse que tínhamos feito boas escolhas, e ainda nos alertou para ter em atenção o bit rate (de forma a facilitar os renders efectuados pelas máquinas). A melhor solução será fazer  duas exportações: uma com um bit rate superior de forma a garantir uma melhor qualidade a nível de visualização local (no máximo 25 Mbps), e uma com um bit rate inferior, suficiente para garantir uma boa qualidade online (aconselhou-nos, no máximo, 8Mbps). 

 


Desde já gostávamos de agradecer ao STIC por toda a disponibilidade e simpatia demonstrada, inclusive ao ajudar-nos na questões técnicas. No fim da tarde ainda nos presentearam com uns exemplares em DVD das primeiras edições do programa para recordação. ;)

 

 


Blog do projecto do 3º ano de NTC no âmbito da UC de Projecto.
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