sergio-campos @ 01:24

Sab, 16/04/11

Seguindo os módulos propostos no âmbito do nosso projecto, de forma especificada, as duas vertentes: plataforma de partilha do documentário e documentário audiovisual, a especificação técnica e gráfica está definida por 4 àreas principais:

  1. Especificação gráfica do documentário;
  2. Especificação técnica/gráfica do documentário;
  3. Especificação gráfica da plataforma;
  4. Especificação técnica da plataforma.

1. Especificação gráfica do documentário

 Nesta àrea são especificadas as grelhas do documentário. Convem referir que as grelhas estão embutidas no contexto apropriado de visualização de forma a garantir uma percepção mais realista das dimensões e suportes onde será visualizado o documentário.

 

Grelha 1 - 1280px por 720px

 

Esta grelha pretende estudar a posição dos elementos gráficos (estáticos e dinâmicos) numa dimensão máxima de 1280 píxeis de comprimento por 720 píxeis de altura. As linhas principais a ter em conta são as conhecidas linhas dos “terços” e as margens de segurança (72 píxeis cada “nível”). Esta resolução está de acordo com a resolução mínima de alta definição (720p) que o Youtube suporta.

 

Grelha 2 - 1920px por 1080px

 

Tal como na grelha anterior, as linhas principais são as dos “terços”, margens de segurança e área destinada a oráculos. Apesar de esta área não estar representada na grelha número um, ela também existe. Esta resolução diz respeito à qualidade máxima que propomos utilizar no vídeo final.

 

Grelha 3 - vídeo em contexto web - plataforma Youtube

 

Na grelha 3 pode-se observar o comportamento das legendas na plataforma de publicação Youtube. Os rectângulos a verde representam a àrea ocupada pelas legendas, tendo já sido comtemplada uma margem de segurança, de forma a evitar a quebra da grelha quando são utilizados outros tipos de letra. Esta àrea foi definida com base em pesquisa de videos com qualidade 1080p, nos quais se observasse a utilização da ferramenta de legendagem automática do Youtube. Note-se que o tamanho desta àrea mantem-se o mesmo quando se selecciona a opção full screen.

 

2. Especificação técnica/gráfica do documentário

 


Visto que o documentário é o grande foco do nosso projecto, considerou-se imprescindível a esquematização dos processos envolvidos na sua produção, desde a captação, record para as máquinas (digitalização do vídeo), criação de animações, renders das animações, adição e montagem final.

Antes de começar a especificar os processos acima referidos e, seguindo uma tipologia de trabalho de equipa de produção em contexto audiovisual, é relevante referir a base do documentário, os objectivos e metas a atingir com o mesmo, para uma melhor compreensão geral do contexto desta especificação técnica.

 

No documentário o objectivo é captar as opiniões dos participantes, tanto na forma de imagem como a nível sonoro. As expressões e emoções são aspectos bastante relevantes na produção de conteúdos audiovisuais, principalmente quando os assuntos possuem um carácter de certa forma mais consciencioso e de incentivo ao proactivismo. Assim, pretende-se que o resultado final seja apelativo e cativante para o público-alvo, sendo importante que este se identifique com os conteúdos, sendo este ênfase nas expressões um aspecto importante na aproximação do público ao documentário.

 

Tendo em conta os processos intrínsecos à produção audiovisual, o grupo começou por fazer uma réperage, isto é, uma análise/visita ao local de filmagem e levantamento das condições à priori de forma a responder a determinadas perguntas como:

 

O espaço tem luz natural?

Qual a sua localização?

O espaço é afectado por ruídos exteriores?

Qual é a acústica?

 

Os orientadores de projecto aconselharam ao grupo uma sala em específico na qual procedemos à réperage referida anteriormente. Não só se teve cuidado quanto aos aspectos técnicos e físicos de equipamentos, mas, visto que a sala seria usada com o intuito de fazer reuniões entre pessoas diferentes, de preferência que não se conhecessem, com grande nível de diversidade, seria relevante pensar em critérios relacionados com os participantes.

 

Espaço

 

O esquema representativo refere-se à sala de reuniões nº2 - Sapo, 21.1.24, na qual se irão realizar todas as sessões de focus group. A sala, equipamentos, sua disposição e todos os elementos referidos foram pensados estrategicamente com base em determinados critérios pré-definidos resultantes de um estudo feito com recurso a documentos que abordam a temática dos focus group e estratégias de abordagem a grupos de trabalho/discussão. 

 

Tabela 1- Critérios e Requisitos definidos na pré-produção

 

Luminosidade e Espaço

 

A respectiva sala tem uma boa iluminação natural, com quatro janelas que se situam alinhadas em uma só parede e o seu espaço é suficientemente grande para os elementos do focus group se sentirem livres e “à vontade”, assim como para ter os equipamentos de captação de vídeo e respectivos suportes a utilizar durante as sessões de focus group, sem que os presentes se sintam constrangidos e intimidados.

 

É importante que a sala tenha uma boa iluminação, o que evita a utilização de focos de luz, que tornariam o espaço mais preenchido de equipamento - o objectivo é tornar o espaço agradável evitando ao máximo que os participantes se sintam incomodados pelos equipamentos utilizados.

 

Câmeras / Planos de filmagem / Disposição de equipamento e participantes

 

A sala, sendo fisicamente um rectângulo, dificultou a definição do número de câmeras e a sua disposição na área da mesma. Foram realizados testes e reuniões de experimentação, de forma a analisar do ponto de vista prático a disposição dos equipamentos e as soluções mais plausíveis.

 

Esquema 1- Reunião de teste

 

Nesta disposição encontraram-se alguns problemas quanto às regras de filmagem, nomeadamente a regra dos “terços” e ao alinhamento contrário das câmeras. Neste modelo existiam 2 câmeras que se situavam em linhas opostas, as quais apareciam nas filmagens. Outro dos problemas tem a ver com a impossibilidade de realizar alguns dos planos que se pretendem implementar durante as sessões. Neste tipo de disposição, surgem “zonas de desconforto” para os participantes, nas quais estes são filmados de costas, o que pode acentuar o desconforto dos mesmos, impedindo uma boa clarificação dos pensamentos e afectando a participação activa.

 

Imagem 1 - Focus group experimental

Imagem 2 - Focus group experimental

Imagem 3 - Focus group experimental

 

 

Como se pode verificar nas imagens extraídas dos clipes de vídeo registados nas sessões de teste da fase de réperage, encontram-se alguns dos problemas para esta disposição do equipamento. Um dos problemas foi também o excesso de luz natural, tendo que se configurar as máquinas de forma a corrigir este aspecto - não existe assim necessidade de uso de equipamentos de iluminação.

 

Tendo presentes os critérios e questões referenciados acima, assim como os testes realizados, chegou-se a uma arquitectura e disposição bastante optimizada e eficaz.

 

Esquema 2 - Arquitectura e disposição de equipamento e participantes

 

 

Existem 3 câmeras HDV, disponibilizadas pelo DeCA, posicionadas estrategicamente na sala.

Uma das câmeras, a representada no esquema pelo número 1 é estática e filma toda a mesa de focus group. As duas outras câmeras são móveis, quanto à sua rotação no eixo horizontal, zoom e cada uma delas ocupa um foco referente a cada uma das alas da mesa onde estão os participantes. Esta área de filmagem está representada pelas manchas coloridas a azul, verde e amarelo, que partem de cada uma das câmeras. O tracejado presente no interior das manchas coloridas representa a menor abertura angular a ser utilizada, isto é, o zoom máximo de forma a obter os planos pretendidos.

A necessidade da utilização de 3 câmeras surgiu do critério definido pelo grupo de trabalho quanto aos planos de filmagem.

 

É, de certa maneira impossível detalhar um storyboard com uma profundidade muito elevada, no entanto, é necessário que exista um fio condutor, de forma a anteceder casos onde são necessários determinados tipo de planos. O que é difícil de prever é a programação seguindo uma linha de tempo restrita, ou seja, dizer que a determinado minuto da sessão é necessário fazer determinado plano especifico para esse momento. Esta dificuldade surge do carácter dinâmico que se pretende que os participantes do focus group adoptem, podem surgir temas que supostamente, segundo guião, iriam surgir numa outra altura da sessão.

 

No entanto, existem alguns planos que se pretendem implementar nos trechos de documentário (após junção dos motion graphics criados no Adobe After Effects ®).

Em baixo pode-se observar a previsão de cenários, seguindo os contextos possíveis de interacção e diálogo:

 

Momento de discussão geral

 

Plano aberto da câmera fixa

 

Este plano surge da necessidade de captar um grupo de pessoas, onde é possível reconhecer as mesmas, sem entrar em detalhe sobre cada pessoa singular. Este plano torna-se bastante importante na medida que é um identificador do espaço de discussão, ou seja, a sala 21.1.24. A câmera a utilizar será fixa e terá uma inclinação vertical de cerca de -20º, representada na esquematização pelo número 1.

 

Imagem 4 - Câmera fixa - discussão geral (plano aberto)

 

Momento de discussão seccionada

Plano aberto das câmeras móveis

 

Este plano será implementado em momentos de debate que se foquem numa das alas das mesas. O objectivo é utilizar as câmeras laterais com operadores, captando um plano aberto da ala respectiva de forma a registar as interacções e diálogos provenientes do debate.

 

Imagem 5 - Câmera móvel - discussão geral (plano aberto)

 

 

 Exposição individual 

 

Subdivide-se em 2 vertentes: (1)participante que nunca falou; (2)participante do qual já existe identificação.

 

Plano médio (vertente 1)

 

Plano que capta o objecto filmado da cintura para cima, representando sensivelmente 1/2 do objecto. Este plano possibilita, respeitando a regra dos “terços”, um inclusão futura, através de edição no Adobe After Effects ®, de oráculos com a identificação do participante. Esta identificação é fulcral no processo de empatia com o público-alvo tornando-os mais sensíveis aos assuntos debatidos.

No diagrama é demonstrada uma possível forma de disposição dos oráculos, pelos rectângulos preenchidos a tracejado.

 

Imagem 6 - Câmera móvel - exposição individuall (plano médio)

 

Plano aproximado/grande plano (vertente 2)

 

No plano aproximado os participantes são enquadrados na imagem dos ombros para cima (pessoa singular), representando sensivelmente 1/3 do objecto. Este plano aparece quando há um depoimento de um participante do qual já existe identificação registados, ou seja, o plano será usado caso já se tenha verificado a vertente 1 da exposição individual. Tendo-se já verificado a vertente 1, poder-se-á realizar este plano, eliminando-se a necessidade de “espaço” para inclusão de oráculos de identificação.

 

Imagem 7 - Câmera móvel - exposição individuall (grande plano)

 

 

Plano de pan (panorâmica) horizontal

 

Este plano tem a particularidade de sortir um efeito de movimento. O objectivo é filmar cada uma das alas da mesa fazendo uma panorâmica dos elementos, podendo-se incluir ou não zoom in/zoom out de forma a dinamizar o plano. Desta panorâmica podem surgir algumas situações específicas quanto aos planos a implementar:

 

Plano aproximado > plano médio > plano aberto da ala – acompanhados de panorâmica horizontal da câmera com recurso ao zoom out;

Plano aberto da ala > plano médio > plano aproximado – igual panorâmica horizontal da câmera, com recurso a zoom in até ao plano aproximado.

 

Respeitando estes planos de filmagem, a existência de uma única câmera, de plano geral dos participantes ou mesmo de dois dificultaria a captação de expressões e emoções, intenções a implementar no documentário.

 

Assim sendo, a melhor solução ao nível da especificação técnica das filmagens será implementar um esquema de 3 câmeras, das quais 2 serão móveis, isto é, nas quais 2 elementos do grupo intervêm directamente, para dinamizar os planos e captar momentos cruciais durante as sessões que futuramente serão de grande relevância para a edição e montagem final do documentário.

Outras das razões para utilizar este esquema de câmeras é a disposição dos participantes na mesa de debate: como estes se encontram, de forma geral, frente-a-frente, torna-se imprescindível a utilização de mais do que uma câmera para se conseguirem captar todos os intervenientes. A não utilização deste esquema resultaria em depoimentos que seriam unicamente captados de forma sonora. 

As problemáticas associadas às zonas de desconforto também são eliminadas utilizando este esquema: as câmeras encontram-se lateralmente aos participantes não sendo intrusivas.

 

Nota: a câmera de plano geral situa-se ligeiramente inclinada (segundo uma vista top) devido à existência de um retroprojetor, utilizado como suporte nas sessões. No entanto, este deslocamento não surte qualquer efeito no plano de filmagem pretendido.

 

Acústica / Som

 

A acústica da sala foi testada através de testes efectuados com microfones.

Sendo o objectivo das sessões a discussão e debate, o risco de diálogos paralelos torna-se maior, tornando provável uma má percepção dos depoimentos.

Porém os testes efectuados decorreram sem nenhum problema, sendo somente necessária a utilização de microfones externos ligados directamente às câmeras. 

 

 

Guião do Documentário Eurágora


Barry Hampe, realizador, produtor e autor do livro “Making documentary films and movies” refere que não basta “gravar um monte de entrevistas, transcrevê - las, e então organizar o script”, é necessária uma planificação que conduza aquilo que queremos mostrar, assim como dados / imagens que provem as informações que passamos. 

É nesse sentido que o nosso documentário integrará duas vertentes: os factos e as opiniões. Apesar de no nosso tema não existir uma verdade absoluta a ser demonstrada, mas sim uma consciência colectiva que pretendemos perceber e estudar, pensamos que é importante mostrar alguns factos específicos e dados estatísticos que ajudam a compreender o tema e o contexto; assim, o documentário do Projecto Eurágora será composto por duas vertentes distintas: infografias e excertos dos focus group de investigação. 

A especificidade do documentário enquanto género cinematográfico  levou o grupo a efectuar uma pesquisa sobre a criação de guiões para este formato, uma vez que não tinhamos qualquer experiência na sua elaboração. 

Tal como pesquisamos, é natural que exista uma certa espontaneidade no que diz respeito ao guião e às imagens: o produto final é difícil de prever, uma vez que depende do que for captado e, no caso, da evolução das temáticas no Focus group e das intervenções dos participantes. 

Muitas vezes, como refere Sérgio Puccini, doutorado em Cinema e investigador da prática do roteiro cinematográfico e dramaturgia, é escrito o roteiro depois das filmagens, para orientar a montagem, e não antes da sua captação. O grupo fez um esboço de um guião técnico a utilizar na montagem, baseado num exemplo de Paulo Alberton.  (Guião de Pós Produção em PDF)

 No entanto,é fundamental algum plano de orientação, que já teve um início no momento em que definimos quais as temáticas e a ordem a abordá-las no documentário. (Guião Literário em PDF)

 Para além dessa orientação temática, também definimos pormenores técnicos como posições das câmeras, ambiente de gravação e planos a utilizar (ver especificação visual e técnica do documentário.) 

 

Os links abaixo conduzem aos exemplos de guião de Pós-Produção e Literário que produzimos para o documentário.

 

Guião Pós-Produção: http://pt.scribd.com/doc/53108962/Guiao-Pos-Producao

Guião Literário: http://pt.scribd.com/doc/53108954/Guiao-Literario

 

Resumo do processo de réperage (pré-produção)

Depois de concluído o processo de análise das condições, requisitos, critérios fulcrais para a passagem para a fase de produção é essencial enunciar, de forma sistémica, os equipamentos a utilizar. A tabela abaixo representa os equipamentos necessários à filmagem.

 

Tabela 2 - Listagem do equipamento 

 

Depois de filmar segue-se para o passo seguinte: digitalização para computadores.

 

Esquema 3 - Record (digitalização) para computadores

 

No esquema representativo, no canto superior esquerdo, encontra-se uma representação do record do vídeo captado para as máquinas do grupo.

O conteúdo das cassetes utilizadas para o registo áudio/vídeo foi passado para formato digital utilizando o software Adobe Premiere Pro ®.

 

O formato escolhido para o processo de digitalização foi HDV1080i25: 1080 diz respeito à resolução, sendo esta a resolução máxima dos equipamentos de filmagem e a que mais se enquadrava com as proporções de ecrã pretendidas (16:9); 25 diz respeito ao fps, número de frames por segundo, respeito as normas de codificação PAL que estão em vigor na Europa.

 

Acções implementadas no processo “record para computador”



Imagem 8 - Processo de record 1



Imagem 9 - Processo de record 2



Imagem 10 - Processo de record 3



Imagem 11 - Processo de record 4 

 

Imagem 11 - Processo de record 5

 

Imagem 12 - Processo de record 6

 

 

 

  • Criação de um novo projecto no Adobe Premiere Pro ® – criam-se automaticamente pastas onde são guardados os ficheiros criados.
  • Window>Capture.
  • Ligar cabo firewire de equipamento de filmar ao computador – Função “tape” activada automaticamente > Selecionar função.
  • O processo de record decorre com a duração da filmagem contida na cassete (passagem em directo).

 

Depois de concluído o processo de record, o vídeo é armazenado no computador sem compressão, como clipe de filme e é também criado um ficheiro .xmp que contém informações acerca do clip de filme. (canto inferior esquerdo do esquema representativo)

 

Esquema 4 - Animações/Renders/Fusão/Formato final

 

 

O esquema refere-se ao processo que decorre desde a criação das animações no Adobe After Effects ®, renders das animações, fusão dos trechos de vídeo captados do focus group e montagem final.

 

Para fazer as animações pretendidas e como referido nas entregas dos trabalhos práticos 2 (requisitos funcionais e viabilidade técnica) e 3 (demos técnica e gráfica), o software utilizado é o Adobe After Effects ®, representado na parte superior do esquema.

 

Na criação de um novo projecto no AE os parâmetros definidos devem corresponder aos utilizados no processo de digitalização referido anteriormente. (Imagens referentes ao processo no Adobe After Effects ®)

 

Acções implementadas no processo de criação das composições no Adobe After Effects ®

 

Inicialmente cria-se um novo projecto no programa e de seguida a composição. Na criação da composição são definidos os parâmetros pretendidos como por exemplo a resolução de vídeo, número de frames por segundo e normas de codificação, adequando sempre estes parâmetros aos definidos para o record referido anteriormente.

O formato utilizado foi o HDV1080i25, sendo a resolução de 1440px por 1080px. Esta resolução corresponde aos pixéis que são realmente guardados, sendo que na definição da composição no Adobe After Effects ® a resolução que surge na criação de uma nova composição.

 

Um aspecto particular e que se teve em bastante consideração foi o aspect ratio na escolha do formato. Utilizando o formato acima referido, o aspect ratio vem definido em 16:9, sendo esta proporção a mais utilizada na actualidade, em detrimento da proporção 4:3.

Em termos comparativos com os formatos mais utilizados, HDV, AVCHD e DVCPROHD, o formato escolhido, além de ser o de melhor qualidade conseguido pelo equipamento de filmagem utilizado, é o que traz mais vantagens ao grupo, desde a edição, até ao render e montagem final.

 

O formato DVCPROHD é o que utiliza menos utensílios de compressão, no entanto, neste tipo de formato criam-se sub amostras dos ficheiros na horizontal (1920 para 1280).

Em termos de qualidade de vídeo, o melhor formato de todos seria o AVCHD, no entanto este formato não é passível de ser captado pelas câmeras, o que impossibilita o seu uso. Além disso, são necessárias máquinas (computadores) mais potentes (uso do CPU - 54%) com um tempo de render de 29s.

 

Tendo em conta estas variáveis, o formato HDV, segundo testes efectuados em máquinas da marca HP, tem uma percentagem de utilização de CPU de 34%, com um tempo de render de 19s. Assim sendo, o formato acima referido requer a utilização de máquinas menos potentes e o processo de render é facilitado em questões de tempo.

 

nota: as percentagens demonstradas resultam de testes efectuados em máquinas da marca HP, sendo a marca utilizada em 50% pelo grupo.

 

No formato HDV é utilizado um codec de menor complexidade MPEG-2 e é requerido um data rate de 25Mbps, o que é relativamente bom, comparando com os 100 Mbps do formato DVCPROHD.

 

Edição de video

 

No programa Adobe After Effects ® são passíveis de implementar filtros  de edição de vídeo. A seguir segue-se uma lista de filtros que poderão ser usados futuramente, caso se justifique:

 

Adjust:

  • Auto Contrast;
  • Auto Levels:
  • Auto Color;

Color correction: 

  • Brightness Contrast ;
  • Levels;


Blog do projecto do 3º ano de NTC no âmbito da UC de Projecto.
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