vpmoliveira @ 22:56

Ter, 31/05/11

Para o sucesso de qualquer projecto / produto é importante submeter o mesmo a um conjunto de testes que averiguem se o mesmo cumpre os objectivos para que foi concebida, qualquer que seja o browser / sistema operativo utilizado ou o utilizador que a ela queira ter acesso.
Na plataforma do Projecto Eurágora vamos realizar os seguintes testes: compatibilidade, segurança, usabilidade e acessibilidade.

 

Funcionalidade 
Os testes de funcionalidade são fundamentais para garantir que a plataforma cumpra todos os objectivos para que foi criada sem erros.
Estes testes foram também sendo executados pelo grupo ao longo do desenvolvimento do projecto, de forma a ir validando os módulos que iam sendo concluídos. 

A técnica de teste é, assim, a técnica de regressão: as funcionalidades vão sendo testadas e corrigidas sucessivamente, pondendo voltar a corrigir erros que já haviam sido detectados. 
A técnica de recolha de dados a utilizar é a observação e registo directo: as funcionalidades são detectadas e imediatamente registadas para serem depois acrescentadas à calendarização para futura correcção. Serão registadas numa tabela semelhante à usada para o teste de compatibilidade, com a mesma grelha de avaliação de prioridade a usar no teste de compatibilidade (ver m

Conteúdos 
Uma vez que os conteúdos primordiais são inseridos pelos utilizadores e os conteúdos inseridos pelo grupo são mínimos, não haverá um teste específico para este parâmetro.

Design 
O teste relativo ao design da plataforma deve ser realizado antes da execução da mesma, e assim este ocorreu na entrega da especificação gráfica através de peer review: um especialista da área, no caso, o professor Pedro Amado, que validou o design concebido para a entrega da TP4.


Compatibilidade
Os testes de compatibilidade já têm sido feitos ao longo de todo o desenvolvimento da plataforma web, principalmente nos browsers Firefox e Google Chrome / Rockmelt. Nesta fase é importante verificar com mais atenção algumas pequenas variações que possam ocorrer, nomeadamente a nível do layout da página, assim como testar no brower Safari e nas diferentes versões o Internet Explorer
Para além dos Browsers,o grupo testou também em diferentes sistemas operativos, nomeadamente Windows XP, Vista e 7 e MacOS X Snow Leopard. 

 

O objectivo é verificar a consistência da plataforma nas tecnologias em que será maioritariamente visualizada, garantindo o seu pleno funcionamento.

Notamos que a nível de sistemas operativos, e tendo em conta que as funcionalidades da plataforma são comuns a qualquer outra, não há qualquer diferença no seu uso. Assim, debruçamo-nos apenas na questão dos browsers.

Para a concretização desses testes, utilizaremos a técnica de unit testing com recolha de dados com recurso a uma grelha de registo, em que listamos os parâmetros a ser avaliados em cada browser / SO, aos quais atribuímos um valor de 1 a 3 (em que 1 determina que o aspecto avaliado não está operacional ou com vários problemas; o 2 significa que tem alguns erros importantes a corrigir e 3 que está com um funcionamento totalmente satisfatório, ou com pequenas imperfeições a melhorar). É deixado também um espaço para colocar exactamente que erros / falhas foram encontradas.
Uma vez que a maioria dos problemas encontrados são relativos à formatação das páginas, registamos com mais detalhe os parâmetros de CSS a avaliar.

Este teste será levado a cabo pelo próprio grupo de trabalho.

 

Segurança
Uma vez que a nossa plataforma terá uma grande componente de participação, é importante que a segurança dos dados dos utilizadores seja assegurada, e que a plataforma demonstre robustez face a ataques à integridade da mesma.
Para isso, vamos também recorrer a unit testing, com dois métodos de recolha de dados.

Em primeiro lugar, vamos seguir também uma tabela de registo a publicar posteriormente em que determinamos scripts a implementar no formulário de contacto, de forma a perceber o comportamento da plataforma face a intrusões de PHP e SQL.

Uma segunda fase consiste não exactamente num teste à nossa plataforma em particular, mas sim numa pesquisa sobre a robustez do próprio CMS, de forma a perceber quais as fragilidades mais comuns do Wordpress e como conferir maior protecção.

 

Usabilidade
Se os testes de funcionalidade são importantes para que a plataforma funcione para satisfazer os seus objectivos, só os testes de usabilidade garantem que esta os cumpra efectivamente, garantindo a sua eficácia e eficiência e levando à satisfação dos utilizadores.
A plataforma constitui uma espécie de rede social em que a contribuição dos utilizadores é fundamental para o seu dinamismo e crescimento, ou seja, tudo se centra no utilizador: User Centered Design.
Este aspecto reforça ainda mais a importãncia de testar a usabilidade desta vertente do projecto.
Para a realização do teste vamos ter em conta a norma ISO 9241-11 (extend to which a product can be used by specified users to achieve specified goals with effectiveness, efficiency and satisfaction in a specified context of use) que determina 3 atributos principais de especificação e avaliação de usabilidade: a eficácia, a eficiência e a satisfação, mediante um determinado público-alvo e num dado contexto específico.

Participantes
Segundo Virzi (1992) e Nielsen (2000) são apenas necessários 5 utilizadores para detectar 80% dos problemas de usabilidade, assim sendo, será este o número de participantes deste teste, preferencialmente 2 de um sexo, 3 do outro e com idades diferentes, tentando abranger ao máximo o nosso público-alvo (dos 18 aos 25)

Contexto
Tendo em conta que o contexto de utilização do computador e de acesso à plataforma não é particularmente específico, ou seja, pode ser em casa, numa sala de aula, num café, etc., será em ambiente não controlado.
No caso, será numa sala do departamento a definir.

Técnicas de teste

As técnicas de teste serão: Cognitive Walkthrough e Thinking Aloud.
No Cognitive Walktrough pretende-se que o utilizador siga um determinado conjunto de procedimentos definidos pelo grupo posteriormente, de forma a testar os principais módulos / funcionalidades da plataforma.
O guião de tarefas a pedir ao utilizador será posteriormente publicado no blog.
A técnica de Thinking Aloud funcionará como um complemento à técnica anterior. Durante a realização das tarefas, é pedido ao utilizador que exteriorize o que pensa e as dificuldades que encontra, de forma a percebermos quais as tarefas que causam mais perturbação ao utilizador.
Esta técnica pressupõe que o utilizador esteja a falar para algum elemento do grupo de forma a sentir-se mais a vontade a exteriorizar o que pensa, logo a observação processar-se-á de forma directa e participativa.
As técnicas de recolha de dados serão questionários, entregues após a realização dos testes, usando várias escalas que dependem do tipo de questão.
Os materiais necessários para o teste serão apenas: uma sala, um computador, o guião e o questionário.

 

 

Acessibilidade

Assim como a usabilidade, é importante aferir a acessibilidade da plataforma de forma a garantir que qualquer utilizador tenha a ela acesso e que consiga que ela desempenhe as funções para as quais foi desenhada.
É importante realçar que, para além das pessoas com necessidades especiais intrínsecas e permanetes (invisuais, daltónicos, etc), qualquer utilizador “comum” pode, em algum momento, apresentar igualmente necessidades especiais derivadas de cansaço, problema visual ou físico momentâneo.
Parâmetros a avaliar

Logo no momento da construção da plataforma, o grupo teve em atenção alguns aspectos fulcrais neste contexto da acessibilidade, nomeadamente:
- a capacidade de leitura a monocromático (preto e branco) para pessoas com dificuldades de leitura das cores;
- a substituição das imagens por texto caso algo ocorra na visualização das mesmas, e assim possível leitura por programas de varrimento;
- o não uso de botões como imagem, que não permitem a funcionalidade anteriormente descrita;
- a possibilidade de aumentar / diminuir o tamanho do texto;
- o fornecimento de um sistema de ajuda com FAQ (Frequently Asked Questions) e com contactos da equipa de desenvolvimento para outras questões;

Para complementar estes cuidados, o grupo vai recorrer a algumas normas específicas e ferramentas automáticas de avaliação da plataforma, conseguindo assim poupar precioso tempo na realização dos testes:

W3C CSS VALIDATION SERVICE (http://jigsaw.w3.org/css-validator/)
Esta ferramenta visa testar a norma CSS Techniques for Web Content Accessibility Guidelines 1.0, fundamental para avaliar mais a fundo algumas das questões visadas acima, como a dos contrastes.

W3C MARKUP VALIDATION SERVICE (http://validator.w3.org/)
Esta ferramenta diz respeito ao HTML da plataforma e às questões da construção, baseando-se na norma HTML Techniques for Web Content Accessibility Guidelines 1.0.
 

Agendamento dos testes 

 




sergio-campos @ 14:18

Sex, 27/05/11

No seguimento da entrega do protótipo de alta fidelidade segue-se a seguinte etapa: versão beta e testes.


Objectivos do post:

  • Identificar e resolver os problemas críticos referentes à última entrega;
  • Calendarizar as tarefas a efectuar;
  • Testes a efectuar à plataforma e documentário.


Módulos e secções a desenvolver

Plataforma

 

Documentário

 

Identificação de problemas e funcionalidades/melhoramentos a implementar

Seguindo o conselho dos docentes, e de forma a faciliar a partilha de bugs e funcionalidades entre os elementos do grupo e a docência (docentes da disciplina e orientadores), utilizou-se a ferramenta Code (code.ua.pt).

Esta ferramenta foi muito útil na identificação dos problemas e sua descrição, mas mais do que isso, na organização das tarefas ao nível temporal - escolha de ínicio e fim das tarefas; percentagem já realizada; número de horas previstas para a realização; gantt, etc.

Foi criado um projecto "Eurágora" que contém 2 subprojectos "Documentário" e "Plataforma" onde são reportados os erros referentes a estas duas vertentes do nosso projecto.

Nota: a calendarização está disponivél para a docência da disciplina.

Imagens do projecto criado no code e issues reportados

 

 

Para partilhar esta informação com a restante comunidade académica, elaboraram-se tabelas com toda a calendarização referida no code, de forma a clarificar todos os processos realizados. :)

 

Subprojecto Documentário

Existem tarefas que se repetem durante vários dias. Serão tarefas a realizar em continuidade, por isso é que estão representadas desta forma.

 

Subprojecto Plataforma

 

Testes a realizar ao documentário

Nas duas últimas aulas de projecto estudaram-se as hipóteses de teste a realizar.

Quanto ao documentário já especificamos temporalmente a realização dos testes.

Ir-se-á realizar um teste, no decorrer de uma aula teórica do segundo ano de Novas Tecnologias da Comunicação, com vista a analisar a usabilidade do protótipo de alta fidelidade, para futuros melhoramentos no mesmo e implementação das mudanças na entrega da versão beta.

A documentação (inquérito) está a ser produzida.

Calendarização dos testes

 

Brevemente irá ser publicado um post com os objectivos, técnicas, técnicas de recolha de dados, participantes, e instrumentos a utilizar na realização dos testes.




hugo-jp-araujo @ 16:45

Qui, 26/05/11

Estratégias de melhoramento


Utilizar as ferramentas referidas adequando a produção das transições à imagem gráfica de todo o Projecto, quer do documentário, quer da plataforma de partilha.
Esta adequação visual passa pela utilização de animações consistentes, assim como do leque de cores que tem vindo a ser utilizado no projecto.

 

Imagem presente no efeito de transição a utilizar entre vídeos das sessões de focus group

 

Vídeos de teste produzidos com o intuito de analisar a velocidade, tamanho e posição da imagem durante a transição:







pedrovitoria @ 16:53

Seg, 23/05/11

Devido aos problemas verificados com o volume do vídeo, foi publicada uma nova versão com a correcção deste problema. Esta nova versão será incorporada na plataforma em substituição do vídeo anterior. 

Pedimos desculpa pela situação mas a edição foi feita com headphones e, por essa razão, a percepção do volume é diferente daquela que se tem quando se ouve em colunas.

 

versão2




pedrovitoria @ 00:53

Sab, 21/05/11

Os protótipos desenvolvidos são reutilizéis na medida em que os componentes/módulos implementados são utilizados na produção do produto final.

Tal como haviamos proposto na entrega do dia 27 de Abril, desenvolvemos duas áreas principais da plataforma e finalizamos a produção dos dois primeiros trechos do documentário (em ambos os casos, as secções desenvolvidas dizem respeito às temáticas da Web e dos Media e Bens Culturais).

De referir que para o desenvolvimento dos protótipos foram utilizadas todas as tecnologias que serão aplicadas nos produtos finais por forma a que estes sejam o mais aproximados possível.

Abaixo publicamos o mapa de navegação da plataforma com as áreas desenvolvidas no protótipo.

 

 

Documentário

Como já referido, o grupo decidiu realizar o protótipo de alta fidelidade referente às áreas Media e Cultura e Web de entre os 5 temas que englobam o projecto.

Nota: durante a produção deste tp, têm sido publicados posts acerca do mesmo, de forma a facilitar a compreensão do mesmo, e as etapas do seu desenvolvimento, quer por problemas encontradas, soluções implementadas ou conhecimento adquiridos.

 

No documentário podem-se encontrar 3 grandes secções:

  • Infografias
  • Clips de vídeo institucionais (fornecidos pelo STIC)
  • Clips de vídeo referentes às sessões de focus group realizadas durante os últimos 2 meses

 

Infografias

 

As infografias possuem sempre o mesmo fundo, e as animações presentes são maioritariamente de opacidade, blur, deslocamento, escala e rotação.

Para os mais atentos, o família de letra utilizada (relativamente à demo de baixa fidelidade, trailer) foi substituída em consequência de conselhos do professor Pedro Amado, responsável, em grande parte, pela análise gráfica dos projetos da disciplina. Passou do tipo Dekar para o tipo Bebas Neue.

 

Dekar – caracterizada pelo aspecto slim, inadequado à simbologia/iconografia utilizada – contraste elevado, levando a que o texto tomasse pouca relevância.

Bebas Neue – tipo de letra mais corpóreo, normalmente usado para headings sendo visualmente mais uniforme que o tipo de letra anterior.

 

O objectivo das infografias presentes são informar com dados textuais/gráficos dinâmicos e fazer perguntas directas ao visualizador cativando a sua atenção, que são posteriormente alvo de resposta com opiniões dos participantes das sessões de focus group.

 

Clips STIC

 

Como já referido num post anterior, os vídeos do STIC encontram-se em formato SD (720px por 576px), o que levou a uma pequena restruturação da dinâmica visual do documentário, que acabou por enaltecer o propósito do grupo quanto à apresentação dos mesmos.

Os vídeos surgem em combinações de 2 ou 3, conjugando-se clips relativos às temáticas a abordar, funcionando assim como uma introdução às temáticas.  É importante ter em conta que foram utilizadas letterboxes de forma a dotar os clips de mais impacto no visualizador. 

A duração curta de cada um dos clips (2 a 3 segundos) tem por objectivo tornar o documentário mais dinâmico e interessante. Cada uma das sequências de clips é relativa às temáticas tratadas:

 

1ª - Relativa à temática Media e Cultura: os clips existentes focam os Media, na sua materialização através da música, pintura,  dispositivos móveis, entre outros.

2ª - Relativa à temática Web: para introdução desta temática foram conjugados clips que refletem a utilização de redes wireless, e as ligações de rede que induzem o consumidor directamente para a Internet e o estado “online”.

 

Clips Focus Group

 

Os clips de focus group são opiniões dos participantes que não tencionam demonstrar vericidade. O objectivo é incentivar à discussão posterior na plataforma de partilha desenvolvida pelo grupo.

Os depoimentos são acompanhados da identificação do participante da reunião que se encontra a expressar a sua opinião, através de oráculos onde pode ser visivel o seu nome.

 

  • Legendagem

É importante referir a sua existêcia de forma a facilitar a compreensão dos conteúdos por parte de visualizadores de outras nacionalidades ou possuidores de algum tipo de deficiência auditiva.

Foram produzidas legendas em duas línguas: português e inglês.

A legendagem feita em inglês torna-se útil para a futura utilização da ferramenta de legendagem automática da plataforma Youtube, onde vai ser alojado o nosso documentário para indexação do mesmo na plataforma. Assim, qualquer utilizador poderá compreender os conteúdos presentes no documentário independentemente da sua língua mãe.

 

Produção documentário

A produção deste protótipo foi feita através da utilização destes 3 principais programas de edição audiovisual: Adobe Premier Pro CS5 (cortes de vídeo, calibração de imagem e assemblagem final), After Effects CS5 (infográficos) e Nuendo4 (edição sonora).

Em seguida seguem algumas imagens relativas aos ficheiros utilizados.

 

 

 Sem correcção de cores

Com correcção de cores

 

Plataforma

Neste protótipo de alta fidelidade as áreas prototipadas são:

As áreas de conteúdos “media e cultura” e “web”. Nestas secções da plataforma é possível responder ao tópico da temática em questão bem como responder aos comentários dos outros utilizadores. Nestes comentários é possível  fazer o upload de ficheiros bem como de embeber ficheiros de sites como o vimeo, tedtalks ou youtube para isso bastanto colocar o URL do video, com a especial atenção que devido ao plugin das ferramentas de personalização do post é necessário "deslinkar" o URL antes de o submeter.

No futuro implementar-se-ão as restantes áreas de conteúdos:”mobilidade”,”mobilidade estudantil” e “migração” em que as acções desempenhadas serão as mesmas que nas áreas prototipadas agora. No futuro também as páginas sobre o projecto, a equipa, o making of de todo o projecto, o mapa do site e as FAQ estarão disponíveis a ser visualizadas. 

Não esquecendo ainda que na versão final a página home além do login terá uma secção para inserir comentários ao vídeo.

 

HTML e CSS

Devido à complexidade do nosso design face ao original do template base escolhido foi necessário construir de raiz tanto o header com o menu e os respectivos teasers de cada área da plataforma bem como o footer. Estas duas áreas foram contruídas com HTML e CSS, testadas localmente e posteriormente implementadas online, substituindo o código do header/footer respectivamente.

CSS3

Neste protótipo de alta fidelidade foram utilizadas tags de estilo CSS3 que permitiram executar alguns efeitos gráficos sem o recurso a imagens, tornando assim a página mais bonita e mais leve. Concretamente foram usadas tags para arredondamento dos cantos de botões e de inputs e também foram usados códigos para animar transições nos botões entre o estado activo e o estado hover, nomeadamente no menu e nas submissões de formulários.

 

 

Exemplo de código de animação:

-moz-transition: all 0.3s ease-in;

-o-transition: all 0.3s ease-in;

-webkit-transition: all 0.3s ease-in;

transition: all 0.3s ease-in;

 

 

PHP

Sendo a base desta plataforma o CMS Wordpress todo o código PHP necessário para ligação à BD é desenvolvido pela plataforma, mas para uma maior personalização das páginas foi necessário implementar um sistema de condições para alterar os banners das áreas da plataforma. Também foi desenvolvido um código que permite enviar um email directamente da plataforma, em que todo o processo é efectuado na página índex sem o recurso a páginas externas de PHP.

Como foi referido no post no blog, as áreas que seriam prototipadas seriam a área de conteúdos tanto do “media e cultura” como da “web”. Estes requisitos foram cumpridos, estando estas 2 áreas perfeitamente operacionais. Além destas áreas também a pesquisa, o login com o Facebook e o registo na plataforma tanto com conta do facebook como com conta directamente na plataforma(registo do wordpress) estão operacionais. Afim de testar a integração de código PHP  na plataforma está também protótipado o envio de emails no formulário do footer.

 

Exemplo do código de envio de email:

$body = "From: $name_field \n E-Mail: $email_field \n Message:\n $message";

mail($to, $subject, $body);

echo "E-mail enviado com sucesso!";

 

 

 

Protótipos:

URL da protótipo de alta fidelidade da plataformahttp://blogs.ua.pt/Euragora;

Documentário: versão1

 




vpmoliveira @ 15:50

Qui, 19/05/11

Uma das opções que o grupo tomou logo no início do Projecto, foi de alojar o documentário no Youtube. Esta decisão baseou-se em vários factores e um deles foi a possibilidade de integrar o sistema de legendagem que esta plataforma oferece. 

Ao submeter um vídeo no Youtube é, desde 2009, possível fazer o upload de um ficheiro de legendas (em inglês ou japonês) e o sistema faz a tradução automática através de uma sincronização com o tradutor do Google.

O serviço permite que façamos upload de um ficheiro com apenas o texto, e através do reconhecimento de áudio, a sincronização da mesma é feita automaticamente. Posteriormente podemos fazer o download do ficheiro submetido e corrigir eventuais erros, fazendo o upload novamente.

Por outro lado, há também a possibilidade de construir o ficheiro manualmente através de um software como o Media Subtitler, gratuito em http://www.divxland.org/. 

É também possível submetermos ficheiros com traduções feitas pelo utilizador em qualquer língua para garantir a integridade e fiabilidade das mesmas. 

O grupo determinou que serão incluídos 3 ficheiros de legendagem: o português (para o caso de o documentário ser visualizado por pessoas com necessidades especiais) o inglês e o francês. 

Esta opção de alojamento permite, assim, que o vídeo esteja disponível na web gratuitamente e a nível mundial e também acessível a qualquer língua de um forma rápida e eficaz. 

 

A título de exemplo mostramos um vídeo que utiliza eficazmente esta tecnologias: um trabalho realizado por um aluno de mestrado em Comunicação Multimédia e ex aluno do nosso curso, o Hugo Branquinho, que realizou um documentário muito interessante sobre o programa de Erasmus na Universidade de Aveiro.  (http://www.youtube.com/watch?v=BIvIW2l2TZk)

     

Temos também a possibilidade ao visualizar o vídeo de mudar a fonte, o tamanho da mesma e se queremos ou não o fundo cinzento atrás da legenda. Estas definições são do lado do utilizador e não temos qualquer controlo sobre as mesmas, por isso, a grelha do vídeo foi criada tendo em conta a predefinição, com a respectiva margem de segurança.  

 

A título de curiosidade, o Youtube tem também uma opção de transcrição automática: através do reconhecimento de voz, o programa cria a legendagem. Essa opção (Google automatic speech recognition - ASR) está, no entanto, apenas disponível para a língua inglesa, e ainda com bastantes restrições e falhas. Apesar disso, é uma tecnologia muito interessante e que permitirá cada vez mais o acesso de pessoas com necessidades especiais aos conteúdos. 

O seguinte vídeo apresenta estas funcionalidades, incluindo a transcrição de áudio. 

 

 




sergio-campos @ 23:18

Ter, 17/05/11

No desenvolvimento do protótipo de alta fidelidade, tendo em conta o que já foi referido anteriormente, o grupo deslocou-se às instalações do STIC de forma a consultar o repositório audiovisual existente, a ser utilizado no documentário.

Os vídeos fornecidos encontram-se em Standard Definition (SD), ou seja, com a resolução de 720px por 576px, sendo os vídeos parte do programa televisivo 3810 (antigo programa que fazia parte da grelha de programação da rtp2).

Visto esta resolução, pequena em relação ao que tínhamos idealizado quanto à resolução final do documentário, surgem 2 cenários/soluções de implementação possíveis:

 

  • Cenario 1080p (resolução de 1980px por 1080px – full HD)

Em baixo encontra-se um render de uma frame de como seria a organização do espaço com a utilização desta resolução. 
 

 

Como se pode observar, surge um efeito “banda desenhada” que não é pretendido como imagem de marca do documentário. A informação visual não possui um foco concreto o que torna a leitura visual difícil e complexa. Poderia surgir a hipótese de utilizar somente 2 vídeos, porém o espaço dito “vazio” seria demasiado grande e o foco perder-se-ia.

 

  • Cenário 720p (resolução de 1280px por 720px - HD)

Em baixo encontra-se um render de uma frame de como seria a organização do espaço com a utilização desta resolução. 

 

 

No caso deste cenário, a disposição dos vídeos já se encontra harmonizada e com uma leitura visual facilitada e com um foco bem definido, neste caso também se poderão utilizar 3 vídeos em simultâneo. O único espaço livre serão o topo e o rodapé, e estes espaços poderão funcionar como “letterbox”.

Tendo em conta que o principal meio de difusão do documentário será a web, – neste caso o Youtube – e depois de analisar as diferenças entre vídeos a 720p e 1080p, verificamos que não há diferenças de qualidade significativas entre os dois formatos.

Principais factores contra o abandono da hipótese de render a 1080p:
- Ligeira perda de qualidade ao nível do brilho e do contraste;
- Perda de qualidade para reprodução local.

Principais factores a favor do abandono de render a 1080p:
- Não representa perda de qualidade significativa como anteriormente verificado para reprodução web;
- Representa, neste momento, impedimento à utilização de vídeos de transição no documentário.
 


Screenshot de vídeo a 720p (youtube.com)


Screenshot de vídeo a 1080p (youtube.com)

 

Dificuldades surgem, mas são ultrapassadas! 

Até sexta-feira :)




vpmoliveira @ 17:34

Seg, 16/05/11

No passado dia  4, quarta feira, realizamos a terceira e última sessão de focus group. O tema discutido foram os transportes, com principal foco nos low cost, a mobilidade estudantil (nomeadamente programas como o Erasmus) e a migração. 

A estrutura utilizada foi a mesma dos anteriores: uma apresentação com questões que iam sendo colocadas aos intervenientes e o apelo à discussão dos temas em análise. 

Das várias intervenções dos participantes, tiramos algumas conclusões como:

- A opinião é unânime quanto à cada vez maior facilidade em viajar, principalmente dentro da Europa, em grande parte devido á abolição de fronteiras, à existência do Euro e aos custos cada vez menores das deslocações;

- Já todos os intervenientes saíram do país, mas apenas uma pequena parte viajou para mais de dois países diferentes: uma grande percentagem conhece apenas Espanha;

- A vontade de viajar é, no entanto, comum à maioria e as dificuldades económicas continuam a ser o maior entrave à mobilidade, mesmo com os preços baixos oferecidos pelas empresas de transporte; 

- A migração é um assunto sobre o qual muitos dos participantes nunca haviam pensado, embora seja uma hipótese possível e até desejável para a maioria.

Foram tiradas outras conclusões interessantes para percebermos a perspectiva de outros jovens nestes temas, e que nos ajudarão a completar os dados retirados do inquérito. 

Segue-se a apresentação que conduziu a sessão. 

Desde já o nosso obrigado a todos os participantes! 




vpmoliveira @ 16:59

Seg, 16/05/11

 Na segunda sessão de focus group, em que se discutiram temas relacionado com os media e os bens culturais, o grupo realizou um vídeo que mostra o processo de preparação do mesmo: 

 

 




hugo-jp-araujo @ 17:39

Dom, 08/05/11

 Na passada quinta-feira o grupo deslocou-se ao STIC (Serviço de Tecnologias de Informação e Comunicação) depois de uma troca de emails a pedir ajuda para obter excertos de vídeos interessantes a englobar no documentário. 

Depois da pesquisa online, percebemos que não é fácil conseguir vídeos gratuitos e com boa qualidade, assim o professor Ferraz aconselhou-nos na passada aula de orientação a procurar lá ajuda.O STIC dispõe de grande quantidade de vídeos em arquivo, já que produzia, pararelamente a muitas outras coisas, o programa 3810. Assim, ontem o grupo esteve lá durante a tarde a procurar na base de dados com o João Oliveira que se mostrou totalmente disponível para nos ajudar. O objectivo é apenas incluir pequenos trechos de vídeo real em separadores ou introduções aos temas e o grupo levou uma lista de palavras-chave para ajudar na procura: 

  • Media e Bens Culturais / Web
  • Monumentos
  • Teatro
  • Música (música de rua)
  • Tradições de portugal (resto do Mundo)
  • Cinema
  • Sítios
  • Quotidiano
  • Dispositivos móveis
  • Tecnologias da comunicações
  • Migração/Mobilidade
  • Multidões (transportes)
  • Trafego rodoviário
  • Aviões
  • Pessoas com malas
  • Turistas
  • Erasmus
  • Equipamentos de recolha de dados (pessoas a tirar fotos)


Depois de seleccionar na base de dados episódios que nos podiam servir, visualizamos os mesmos de forma a perceber quais os excertos que poderíamos retirar. Devido à grande quantidade de recursos disponibilizados pelo STIC, ainda não vimos todos que tínhamos seleccionado, assim, na terça feira o grupo voltará lá à tarde para concluir a pesquisa. A nível técnico, também nos deram uma pequena ajuda: depois de mostrar as definições escolhidas na exportação do vídeo, o João Oliveira disse que tínhamos feito boas escolhas, e ainda nos alertou para ter em atenção o bit rate (de forma a facilitar os renders efectuados pelas máquinas). A melhor solução será fazer  duas exportações: uma com um bit rate superior de forma a garantir uma melhor qualidade a nível de visualização local (no máximo 25 Mbps), e uma com um bit rate inferior, suficiente para garantir uma boa qualidade online (aconselhou-nos, no máximo, 8Mbps). 

 


Desde já gostávamos de agradecer ao STIC por toda a disponibilidade e simpatia demonstrada, inclusive ao ajudar-nos na questões técnicas. No fim da tarde ainda nos presentearam com uns exemplares em DVD das primeiras edições do programa para recordação. ;)

 

 


Blog do projecto do 3º ano de NTC no âmbito da UC de Projecto.
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