vpmoliveira @ 01:27

Qui, 28/04/11

 O que prototipar? 

No seguimento da aula de Projecto de hoje, e depois de analisar o nosso mapa de navegação, distinguimos as áreas que vamos prototipar na plataforma

Tendo em conta que vamos utilizar o CMS Wordpress, há áreas que já estão, à partida implementadas. Outras, colocamos em funcionamento para a entrega do protótipo de baixa fidelidade. 

Para esta entrega, vamos prototipar uma secção temática até ao fim, tendo em conta que falta colocar a funcionar a função “partilhar” dos posts. Para além disso, vamos pôr em funcionamento o formulário de contacto. O maior desafio da entrega centra-se no funcionamento do formulário de registo para novos utilizadores Wordpress. 

 

 

Quanto ao documentário, vamos construir na totalidade uma das secções temáticas: os media e bens culturais . Para além dos excertos do focus group realizado anteriormente e do que realizaremos na próxima semana, construiremos as infografias de apoio com os dados que já dispomos do inquérito. 

Para os próximos temas a estrutura e o tipo de materiais a utilizar é o mesmo, apenas mudando as animações / dados, logo pensamos que este protótipo será bem representativo do produto final. 

 




pedrovitoria @ 00:13

Dom, 17/04/11

Lista de referências bibliográficas utilizadas no desenvolvimento das componentes de especificação técnica, gráfica e visual do projecto.
 

http://help.adobe.com/en_US/AfterEffects/9.0/WS3878526689cb91655866c1103906c6dea-7f3aa.html

http://en.wikipedia.org/wiki/User:Mikus/Sandbox

http://help.adobe.com/en_US/AfterEffects/9.0/WS3878526689cb91655866c1103906c6dea-7f3aa.html

http://www.streaminglearningcenter.com/articles/affordable-hd-video-format.html?page=1

http://help.adobe.com/en_US/AfterEffects/9.0/WS3878526689cb91655866c1103a4f2dff7-79f3a.html#WS725e431141e7ba651172e08123a0404f5a-7ffd

http://livedocs.adobe.com/en_US/AfterEffects/8.0/help.html?content=WS3878526689cb91655866c1103a4f2dff7-79db.html

http://www.google.pt/search?aq=f&sourceid=chrome&ie=UTF-8&q=planos+de+filmagem

http://pt.wikipedia.org/wiki/Plano_(cinema)

http://www.slideshare.net/andreiamallmann/planos-2123339

http://accad.osu.edu/~epalmer/tutorials/codecs/codec_chart.html

http://www.buzzle.com/articles/mpeg2-vs-mpeg4.html

http://www.downloadatoz.com/file-extensions/flv-file-extension.html

http://www.downloadatoz.com/file-extensions/f4v-file-extension.html

http://www.downloadatoz.com/file-extensions/mp4-file-extension.html

http://www.downloadatoz.com/file-extensions/3gp-file-extension.html

http://forum.doom9.org/archive/index.php/t-22444.html

http://www.differencebetween.net/technology/difference-between-mpeg2-and-mpeg4/

http://www.differencebetween.net/technology/difference-between-mov-and-mp4/

http://discussions.apple.com/message.jspa?messageID=12058988

http://forums.macrumors.com/showthread.php?t=398016

http://en.wikipedia.org/wiki/Video_codec

http://en.wikipedia.org/wiki/3GP_and_3G2

http://www.reelseo.com/autotranslate-youtube-captions/

http://www.google.com/support/youtube/bin/topic.py?topic=16560

http://www.google.com/support/youtube/bin/answer.py?hl=en&answer=57924

http://www.google.com/support/youtube/bin/answer.py?hl=pt&answer=132460

http://www.google.com/support/youtube/bin/answer.py?answer=55744

http://www.google.com/support/youtube/bin/answer.py?hl=pt&answer=71673

http://www.google.com/support/youtube/bin/answer.py?hl=pt&answer=185316

http://codex.wordpress.org/User:DavidHouse/Wordpress_Code_Flow#index.php

http://www.vooshthemes.com/blog/wordpress/understanding-how-wordpress-works

http://www.reelseo.com/autotranslate-youtube-captions

http://www.rc.unesp.br/igce/planejamento/nuppag1/Escrevendo%20um%20documentario.pdf

http://www.infopedia.pt/$documentario

http://www.bocc.ubi.pt/pag/penafria-manuela-ponto-vista-doc.pdf

http://www.doc.ubi.pt/06/artigo_sergio_puccini.pdf

http://www.livrarialoyola.com.br/pdf_capitulos/9788530808891.pdf

http://joaonunes.com/2006/guionismo/curso-rapido-o-que-e-um-guiao-2/

 




sergio-campos @ 01:25

Sab, 16/04/11

PLUGINS ESTUDADOS

Login com o Facebbok

wp-fb-autoconnect.1.8.6 

Permite a integração de uma conta do Facebook com uma conta do Wordpress. Um utilizador não registado faz login com a sua conta do Facebook e este plugin automaticamente cria uma nova conta na plataforma e associa-a a essa conta do Facebook.

Vantagens: Toda a componente de utilização dos dados da conta do Facebook, bem como a criação e associação de uma conta do Wordpress está já programada.

Desvantagens: Complexidade em fazer alterações no plugin

URL: http://wordpress.org/extend/plugins/wp-fb-autoconnect/

 

Código disponibilizado pelo facebook em http://developers.facebook.com/docs/guides/web/#login

Vantagens: maior flexibilidade na programação deste módulo

Desvantagens: é necessário programar  toda a integração na plataforma com os dados procedentes do facebook.

 

Rating

rating-widget.1.3.2 permite a inserção de um sistema  de votação em vários componentes do wordpress ( páginas, comentários e posts )

Vantagens: Permite a inserção em páginas, posts e comentários. Permite 2 sistemas de votação: gosto/não gosto e estrelas (de 1 a 5). Grande variedade de icons para alteração já no plugin.

Desvantagens: Não permite alterar os icons de rating além das opções que vêm no plugin.

URL: http://wordpress.org/extend/plugins/rating-widget/

 

Facebook like permite a inserção do sistema “gosto” do facebook nos posts

Desvantagem: o plugin gera um erro fatal na instalação.

URL: http://wordpress.org/extend/plugins/facebook-like/

Comentários

MCEcomments  

Permite a inserção de uma “tool box” com ferramentas de edição de texto no formulário de inserção  dos comentários.

Vantagens: Maior personalização dos comentários.

Desvantagens: Não tem funções de upload de ficheiros.

URL: http://wordpress.org/extend/plugins/tinymcecomments/

 

Comment Images Permite o utilizador colocar uma imagem nos comentários

Desvantagens: só permite embeber imagens por URL.

URL: http://wordpress.org/extend/plugins/wordpress-comment-images/

 

Inserir vídeo

Viddler Wordpress plugin - Permite a inserção de vídeos a partir de uma webcam em forma de comentário na plataforma.

Vantagens: maior facilidade na criação de conteúdos.

Desvantagens: não é um formato muito utilizado em redes sociais. Assim sendo este pode causar estranheza e levar ao seu não uso.

URL: http://wordpress.org/extend/plugins/the-viddler-wordpress-plugin/

 

Easy comment uploads 

Permite de uma forma muito fácil ao utilizador fazer upload de ficheiros para a plataforma sob forma de comentário

Vantagens: Permite upload de todo o tipo de ficheiros

Desvantagens: os vídeos e as músicas ficam apenas como link no comentário, é necessário descarregar os ficheiros para o computador para os visualizar.

URL: http://wordpress.org/extend/plugins/easy-comment-uploads/

 

Wordpress Video Plugin - permite embeber vídeos do Youtube, Vimeo, DailyMotion, etc apenas com a colocação do ID do vídeo na caixa de inserção de comentários.

Desvantagem: é complicado para um utIlizador normal encontrar o ID dos videos nas plataformas de origem.

URL: http://wordpress.org/extend/plugins/wordpress-video-plugin/

 

OEmbed for comments permite embeber vídeos do Youtube, Vimeo, DailyMotion, etc apenas com a colocação do URL na caixa de inserção de comentários.

Desvantagem: é necessário “desactivar” o link do vídeo que é activado pelo MCEcomments

URL: http://wordpress.org/extend/plugins/oembed-for-comments/

 

Embedded-video-with-link.4.1 permite embeber vídeos do youtube, vimeo, etc apenas com a colocação do URL na caixa de inserção de comentários.

Desvantagem: o plugin não funciona correctamente

URL: http://wordpress.org/extend/plugins/embedded-video-with-link/

 

Notificação por email dos comentários seguintes

Subscribe to Comments Permite que o utilizador subscreva uma opção que permite que seja notificado por e-mail cada vez que sejam adicionados comentários ao que ele comentou.

Vantagens: depois de subscrição da publicação, para fazer o controle das subscrições numa nova página onde é possível inclusive mudar o e-mail que recebe as notificações.

URL: http://wordpress.org/extend/plugins/subscribe-to-comments/ 

 

Partilha nas redes sociais

Simple Social - Sharing Widgets & Icons Permite partilhar as publicações em diversas redes sócias (Facebook, Twitter, Delicious, etc)

Desvantagens: Só funciona em Posts

 

PLUGINS ESCOLHIDOS

Wp-fb-autoconnect.1.8.6 – Este plugin foi escolhido por todas as vantagens descritas em cima, pela sua facilidade de implementação comparativamente ao código dado pelo Facebook .

 

MCEcomments – Este plugin foi escolhido porque foi a única ferramenta que funcionava eficazmente na plataforma com este propósito e porque acrescenta qualidade gráfica e de expressão aos comentários.

 

Easy comment uploads  -  Este plugin foi escolhido por todas as vantagens acima descritas e por cumprir o requisito de fazer upload de vídeos nos comentários, com a mais valia de fazer upload de outros tipos de ficheiros como imagens, sons e musicas

 

OEmbed for comments – Este plugin foi escolhido porque cumpre a função pretendida  comparativamente ao seu semelhante. Embora seja necessário fazer um reparo para que os utilizadores obtenham o resultado pretendido.

Subscribe to Comments – Este plugin foi escolhido porque cumpre.

 

 

Rating-widget.1.3.2 – Este plugin foi escolhido pela sua múltipla funcionalidade de classificar as diversas publicações , de diversas formas e pela sua personalização. 

 

Conclusões

Para a entrega deste trabalho prático teve-se a preocupação de estruturar correctamente a ordem da documentação a entregar, com vista a uniformizar os processos técnicos e gráficos inerentes à produção audiovisual e à estruturação adequada dos aspectos técnicos e gráficos da plataforma de partilha.

Foi um excelente exercício de "planificação" detalhada, sendo a especificação técnica e gráfica uma excelente forma de evitar navegações sem norte. 

 




sergio-campos @ 01:25

Sab, 16/04/11

Renders das animações

A qualidade e resolução são parâmetros definidos no campo “render settings” e o formato é um parâmetro definido no campo “output model settings”. Quanto à qualidade foi escolhida a opção “Best” e a resolução como “Full”. Pretende-se que as resoluções do vídeo sejam mantidas até à criação do ficheiro final.

 

Depois de criadas as composições no After Effects e feitas as animações, recorrendo às técnicas já especificadas na entrega do trabalho prático 3, surge uma etapa bastante relevante e crucial no processo de produção dos conteúdos para o documentário. Esta etapa refere-se ao render das animações utilizadas. O render está representado graficamente no esquema e surge após a criação das animações no AE.

 

Antes de fazer o render das animações é importante definir correctamente os parâmetros do mesmo, tendo-se como mais importantes os seguintes:qualidade;resolução;formato;tamanho;adequabilidade para web (upload).Este processo começa por definir quais as melhores definições, tanto em Render Settings como no Output Model, ou seja, a definição das opções de render e a escolha do formato final do ficheiro.

Quanto ao Render Settings, este já vem com as definições de “Best Quality” (melhor qualidade), na qual as dimensões do ficheiro final são as máximas, neste caso de 1920px por 1080px. Esta resolução é superior à da criação da composição, sendo os pixeis guardados na vertical os mesmos guardados na criação da composição, e os pixeis guardados na vertical multiplicados numa proporção de 1.33, sendo o resultado final o desejado 16:9. 
 

Imagem 12 - After Effects Render Settings

 

 

 

Este estudo materializou-se pela experimentação dos principais codecs utilizados e comparação de renders de trechos de filme de 5 segundos. Os codecs utilizados definiram-se como resultado de um levantamento feito em suportes bibliográficos dos codecs mais utilizados na produção audiovisual. 

Um dos elementos de suporte bibliográfico mais relevante foi disponibilizado pelo professor Jorge Ferraz, nomeadamente, uma apresentação que o professor usa como resurso na disciplina de MCMM, do 1º ano de Mestrado em Comunicação e Multimédia.

 

 

Note-se que é importante que os codecs existentes estejam adequados à sua existência para contexto web e em plataformas de publicação.

Os encoders são utilizados para comprimir ficheiros e para guardar em “containers” que representam as extensões e tipo de ficheiro (e.g. .mov - H264; .mp4 - MPEG-4).

 

Nota: No caso dos containers .mov e .mp4, caso o encoder seja o mesmo na compressão, o resultado final do vídeo, em termos de qualidade, será igual. Neste processo o que realmente é fulcral é a definição dos encoders a utilizar na compressão do vídeo tendo sempre presente o seguinte pensamento: melhor equilíbrio entre qualidade/tamanho.

 

É importante referir que existiram algumas dificuldades quanto à definição dos containers e encoders, devido à disposição dos mesmos no After Effects, de forma aleatória e sem esta divisão perceptível. Porém através de estudos sobre estas temáticas, conseguiu-se perceber as diferentes vertentes.

 

Testes realizados na plataforma de publicação YouTube

 

A plataforma de publicação Youtube permite upload de vídeos em alta definição, no entanto, para utilizadores comuns, existem algumas restrições:

 

  • Vídeo inferior a 2GB de tamanho;
  • Upload de vídeo num formato compatível com os que o Youtube suporta;
  • Vídeo com um tamanho inferior a 15 minutos.

 

Estas questões podem ser contornadas através do uso de contas “Director” ou então, para um tamanho e duração bastante superiores, utilizar a ferramenta “Advanced Video File Upload”, com recurso a Java.

 

Imagem 13 - Upload avançado de ficheiros

 

 

O Youtube permite o upload de ficheiros nos seguintes formatos:

  • WebM 
  • MPEG4, 3GPP e .MOV 
  • AVI
  • MPEGS
  • WMV
  • FLV

 

Para os testes realizados foi utilizado um trecho de vídeo captado pelo grupo, numa sessão de focus group, com a duração de 4s.

 

Output Model: Quicktime

Render Settings: Best Quality

 

Imagem 14 - Cálculos para o tamanho de vídeo com quicktime

 

Imagem 15 - Print Screen de exemplo da qualidade em Quicktime

 

 

Output Model: Codec H264

Render Settings: Best Quality

Imagem 16 - Cálculos para o tamanho de vídeo com H264

Imagem 17 - Print Screen de exemplo da qualidade em H264

Algoritmo complexo de compressão o que resulta num maior uso da capacidade de processamento das máquinas onde estão a ser feitos os renders. A maior dificuldade tem a ver com a existência de dispositivos de leitura do encoder H264.

 

 

Output Model: Codec MPEG-4

 

Render Settings: Best Quality

Imagem 18 - Cálculos para o tamanho de vídeo com MPEG-4

Imagem 19 - Print Screen de exemplo da qualidade em MPEG-4

 

 

 

Sendo o encoder H264 um novo formato para o standard encoder MPEG-4, este será o formato mais estável e com melhor equilíbrio qualidade/tamanho, sendo adequado no contexto de web streaming.

 

Output Model: Codec FLV

Render Settings: Best Quality

Imagem 20 - Cálculos para o tamanho de vídeo com FLV

 

Imagem 21 - Print Screen de exemplo da qualidade em FLV

 

Output Model: Codec F4V

Render Settings: Best Quality

Imagem 22 - Cálculos para o tamanho de vídeo com F4V

Imagem 23 - Print Screen de exemplo da qualidade em F4V

 

Os encoders FLV e F4V são utilizados para vídeos que irão ser publicadao em players Flash, como o Adobe Flash Player. Oitente por cento dos vídeos em plataformas online de todo o planeta são vistos com recurso à tecnologia Adobe Flash.

 

Além dos renders efectuados é vital especificar, visto que o documentário vai ser publicado através do Youtube, as melhores soluções a nível técnico para esta plataforma de publicação.

 

Imagem 24 - Retirado dos slides utilizados na apresentação PowerPoint “Publicação e Divulgação em plataformas digitais – encoders & containers”, Mestrado em Comunicação e Multimédia, do Professor Jorge Ferraz 

 

Tendo em consideração a tabela de comparação dos tipos de media suportados pelo Youtube e os requisitos definidos à priori quanto à resolução do documentário a disponibilizar e qualidade de video e audio conseguiu-se chegar a uma especificação concreta.

Como pode ser observado na tabela, para uma resolução de 1080p tem-se:

 

  • Container: MP4;
  • Encoding: video – MPEG-4 AVC (H.264); áudio – ACC > é o formato mais adequado para produtos multimédia na Internet;
  • Aspect ratio: 16:9;
  • Max Resolution:1920px por 1080px;
  • Audio Channels: 2 stereo;
  • Sampling Rate: 44100.

 

 3. Especificação gráfica da plataforma

A grelha da plataforma web Eurágora é composta por 6 colunas de 145px com guteiras de 17px. Estes valores foram estudados e calibrados por forma a conseguir que a grelha tivesse de largura 960px.

Este valor permite que o site se mantenha inalterado independentemente do browser onde é visualizado ( cuja largura dos borders pode variar ) e contempla também o espaço ocupado pela scrollbar.

 

Em termos verticais a unidade modular definida foram 15px, que corresponde ao valor de altura de linha dos textos dos comentários (conteúdos mais activos).

 

 

 

Grelha 1 - Cinzentos web

 

Na página Home temos um caso excepcional de utilização de outra unidade modular vertical para o texto da descrição do projecto, que irá ficar ao lado do vídeo. Aqui foi usada a unidade 10px, também devido à altura da linha do texto, uma vez que se pretendia ter um texto mais pequeno do que o usado na área dos comentários.

 

 

Grelha 2 - Cinzentos Homepage


Ao fazermos planificação em browser, verificamos que a quebra de página que o utilizador encontra logo ao iniciar a sua visita na plataforma, pode facilmente remete-lo para fazer scroll para baixo e continuar a ver os conteúdos, uma vez que tanto na Home como nas páginas de conteúdos a zona da quebra corresponde sempre à zona de comentários e os comentários ficaram sempre a meio, indicando que mais conteúdo se encontrará ao “baixar” da página.

 

 

Grelha 3 - Páginas em contexto browser

 

 

Na imagem anterior é possível verificar o nível máximo de indentação permitida nos comentários encadeados para que ao inserir um vídeo do youtube, a grelha não seja deformada. Assim sendo são permitidos 6 níveis de indentação

 

Com a construção da grelha de raiz, facilitou-se assim o processo de criação dos layouts das páginas com base nas grelhas de cinzentos, tornado a plataforma a nível visual muito mais consistente. 

 

 

 

 

Grelha 4 - Evolução grelha web

 

 

Grelha 5 -   Evolução grelha Homepage

 

 

Tipografia

 

Relativamente à tipografia a utilizar, como está referido e fundamentado no manual de identidade da marca, na plataforma Web serão usadas 2 fontes: Verdana e Trebuchet MS.

Devido aos seus diversos usos na plataforma é necessário especificar qual a fonte, tamanho, cor e altura de linha a usar para que esta possa também ser coerente.

 

 

Tipografia Homepage

 

Menu:

Verdana, 10px, caixa alta, #9c9b9b

 

Titulo da  descrição do projecto:

 Trebuchet MS, 25px, #ffffff

 

Corpo de texto da descrição do projecto: 

Verdana, 12px, #ffffff, altura da linha: 20px

 

Mensagem (Teaser):

Verdana, 24px, #333333

 

Titulo:

Trebuchet MS, 17px, #dddddd

 

Informações da publicação: 

Altura da linha:15px

“Posted”, “by”: Trebuchet MS, 10px, #888888

“APR 14, 2011”, “ADMIN”: Verdana, 10px, caixa alta, #aaaaaa

 

Corpo de texto do comentário:

Verdana 10px, altura da linha:15px

Como está presente nas imagens da plataforma a caixa de inserção de comentários permite que o utilizador formate o seu texto: negrito, itálico e sublinhado bem como o seu alinhamento: esquerda, direita e ao centro.

 

Texto dos botões de submissão de comentário

Verdana, 13px, #ffffff, alinhado ao centro do botão.

 

Titulo footer:

Trebuchet MS, 22px, #dddddd

 

Texto footer:

Trebuchet MS, 12px, #ffffff 

 

Texto Copyright:

Trebuchet MS, 10px, #888888;

 

 

Tipografia página conteúdo

 

Titulo da página (teaser)

Verdana 24px, #ffffff, alinhado ao centro da caixa

 

Caminho da página:

Trebuchet MS, 10px, #888888 caixa alta

 

Corpo de texto:

Verdana, 20px, #000000, altura da linha 30px

 

 

As escolhas tipografias acima descritas tiveram por base a cuidada selecção de fontes para que fossem usadas apenas fontes de sistema, disponíveis tanto em PC como MAC, para que todos os utilizadores visualizassem a plataforma de igual modo.

Todos estas escolhas tipográficas, não foram somente criadas no Photoshop, mas a sua leitura e desempenho foi também validado em HTML, suporte final de visualização das mesmas. 

 

Manual de Identidade

 

 

 

4. Especificação técnica da plataforma

Arquitectura de rede

 

Esquema 1 - Arquitectura de rede

 

O esquema representa as ligações e fluxos de informação presentes na interacção com a plataforma web Eurágora.

O esquema está subdividido por forma a representar separadamente os processos que ocorrem no client-side dos que ocorrem no server-side. No que diz respeito ao client-side, estão representados os processos de conexão entre o utilizador (regular e administrador) e o servidor da plataforma, através de um router, sendo que este é indispensável para a conexão à Internet. 

No server-side podem distinguir-se as funcionalidades, respectivos plug-ins instalados, ligações externas e base de dados. De entre as funcionalidades identificam-se a partilha de conteúdos (share content), login através da conta de Facebook ® (login with facebook), classificar vídeo (rate video), submissão de vídeo (através de upload directo – easy comment upload - ou colando o URL do vídeo do Youtube ou Vimeo – embedded video with link), pesquisa e edição de perfil, sendo que estes dois últimos não dependem de nenhum plug-in.

Cada funcionalidade tem uma ligação independente ao respectivo plug-in, sendo que este último pode ter acesso a um elemento externo – por exemplo os plug-ins de login através de Facebook ® que se liga, a partir do servidor da plataforma, ao servidor do próprio Facebook ®. Outro caso que se enquadra nesta perspectiva é o das legendas automáticas do Youtube ®, sendo que estas legendas são geradas em tempo real através do acesso ao serviço de tradução do Google ®.

 

 

 Inserir comentário

 

 

 Esquema 2 - Fluxograma inserção de comentário

 

Na acção de inserir um comentário na plataforma, o utilizador começa por redigir o comentário no formulário de inserção do mesmo, após escrever pode optar se quer inserir um ficheiro para enriquecer o seu comentário ou não.

Caso não o faça, submete o comentário que será gravado na BD e ficará à espera de aprovação por parte do administrador, que pode valida-lo e assim este passar a constar na plataforma, como pode não o aprovar caso não cumpra as mínimas regras de bom senso e assim o eliminará.

 

Inversamente se o utilizador decidir inserir um ficheiro, tem 2 hipóteses: pode colar o URL do vídeo de sites repositórios de vídeo como o Youtube ou o vimeo ou pode fazer upload de um ficheiro que tem no seu computador para a plataforma.

 

Se optar por colocar o URL do vídeo, após essa colocação submete o comentário, que por sua vez activará um plugin (Oembed for comments) que fará o embed automaticamente do vídeo no comentário. Após essa actuação do plugin a informação é gravada na BD e ficará a aguardar a aprovação do administrador. Como referido anteriormente, se o administrador aprovar o comentário este passa a figurar na plataforma, caso o reprove este é eliminado.

 

O outro método enunciado era o upload de um ficheiro local. Existe no formulário de inserção de comentários um campo que permite seleccionar o ficheiro pretendido para fazer upload. Convém mencionar que tanto este campo de inserção como o próprio upload do ficheiro são efectuados através de um plugin (easy comment upload).

Após  submissão do comentário este é gravado na BD e ficará a aguardar a aprovação do administrador que efectuará o processo já descrito em cima.

 

Todos os comentários carecem de aprovação por parte do administrador para que assim exista algum tipo de controlo sobre as publicações a serem inseridas, para que os parâmetros de qualidade da plataforma e do projecto não se desvaneçam. 

 

Login

 

 

Esquema 3 - Fluxograma login 

 

Representa o processo de login, quer através do sistema interno do sistema, quer através do sistema externo do Facebook ®. O processo externo de login através do Facebook ® não é processado no servidor da plataforma.

 

Assim que o utilizador tenta fazer login na plataforma Wordpress ® tem duas opções: registar-se ou, caso já o tenha feio anteriormente, inserir os respectivos dados de utilizador. Se o utilizador optar pelo registo, é-lhe apresentado um formulário que deve preencher para completar o registo com sucesso. Assim que este registo seja validado, o utilizador está autorizado a entrar na plataforma. O acesso à plataforma é feito através da inserção de um par utilizador/palavra-passe.

 

 

 

 

 

Mapa de navegação 

 

 




sergio-campos @ 01:24

Sab, 16/04/11

Seguindo os módulos propostos no âmbito do nosso projecto, de forma especificada, as duas vertentes: plataforma de partilha do documentário e documentário audiovisual, a especificação técnica e gráfica está definida por 4 àreas principais:

  1. Especificação gráfica do documentário;
  2. Especificação técnica/gráfica do documentário;
  3. Especificação gráfica da plataforma;
  4. Especificação técnica da plataforma.

1. Especificação gráfica do documentário

 Nesta àrea são especificadas as grelhas do documentário. Convem referir que as grelhas estão embutidas no contexto apropriado de visualização de forma a garantir uma percepção mais realista das dimensões e suportes onde será visualizado o documentário.

 

Grelha 1 - 1280px por 720px

 

Esta grelha pretende estudar a posição dos elementos gráficos (estáticos e dinâmicos) numa dimensão máxima de 1280 píxeis de comprimento por 720 píxeis de altura. As linhas principais a ter em conta são as conhecidas linhas dos “terços” e as margens de segurança (72 píxeis cada “nível”). Esta resolução está de acordo com a resolução mínima de alta definição (720p) que o Youtube suporta.

 

Grelha 2 - 1920px por 1080px

 

Tal como na grelha anterior, as linhas principais são as dos “terços”, margens de segurança e área destinada a oráculos. Apesar de esta área não estar representada na grelha número um, ela também existe. Esta resolução diz respeito à qualidade máxima que propomos utilizar no vídeo final.

 

Grelha 3 - vídeo em contexto web - plataforma Youtube

 

Na grelha 3 pode-se observar o comportamento das legendas na plataforma de publicação Youtube. Os rectângulos a verde representam a àrea ocupada pelas legendas, tendo já sido comtemplada uma margem de segurança, de forma a evitar a quebra da grelha quando são utilizados outros tipos de letra. Esta àrea foi definida com base em pesquisa de videos com qualidade 1080p, nos quais se observasse a utilização da ferramenta de legendagem automática do Youtube. Note-se que o tamanho desta àrea mantem-se o mesmo quando se selecciona a opção full screen.

 

2. Especificação técnica/gráfica do documentário

 


Visto que o documentário é o grande foco do nosso projecto, considerou-se imprescindível a esquematização dos processos envolvidos na sua produção, desde a captação, record para as máquinas (digitalização do vídeo), criação de animações, renders das animações, adição e montagem final.

Antes de começar a especificar os processos acima referidos e, seguindo uma tipologia de trabalho de equipa de produção em contexto audiovisual, é relevante referir a base do documentário, os objectivos e metas a atingir com o mesmo, para uma melhor compreensão geral do contexto desta especificação técnica.

 

No documentário o objectivo é captar as opiniões dos participantes, tanto na forma de imagem como a nível sonoro. As expressões e emoções são aspectos bastante relevantes na produção de conteúdos audiovisuais, principalmente quando os assuntos possuem um carácter de certa forma mais consciencioso e de incentivo ao proactivismo. Assim, pretende-se que o resultado final seja apelativo e cativante para o público-alvo, sendo importante que este se identifique com os conteúdos, sendo este ênfase nas expressões um aspecto importante na aproximação do público ao documentário.

 

Tendo em conta os processos intrínsecos à produção audiovisual, o grupo começou por fazer uma réperage, isto é, uma análise/visita ao local de filmagem e levantamento das condições à priori de forma a responder a determinadas perguntas como:

 

O espaço tem luz natural?

Qual a sua localização?

O espaço é afectado por ruídos exteriores?

Qual é a acústica?

 

Os orientadores de projecto aconselharam ao grupo uma sala em específico na qual procedemos à réperage referida anteriormente. Não só se teve cuidado quanto aos aspectos técnicos e físicos de equipamentos, mas, visto que a sala seria usada com o intuito de fazer reuniões entre pessoas diferentes, de preferência que não se conhecessem, com grande nível de diversidade, seria relevante pensar em critérios relacionados com os participantes.

 

Espaço

 

O esquema representativo refere-se à sala de reuniões nº2 - Sapo, 21.1.24, na qual se irão realizar todas as sessões de focus group. A sala, equipamentos, sua disposição e todos os elementos referidos foram pensados estrategicamente com base em determinados critérios pré-definidos resultantes de um estudo feito com recurso a documentos que abordam a temática dos focus group e estratégias de abordagem a grupos de trabalho/discussão. 

 

Tabela 1- Critérios e Requisitos definidos na pré-produção

 

Luminosidade e Espaço

 

A respectiva sala tem uma boa iluminação natural, com quatro janelas que se situam alinhadas em uma só parede e o seu espaço é suficientemente grande para os elementos do focus group se sentirem livres e “à vontade”, assim como para ter os equipamentos de captação de vídeo e respectivos suportes a utilizar durante as sessões de focus group, sem que os presentes se sintam constrangidos e intimidados.

 

É importante que a sala tenha uma boa iluminação, o que evita a utilização de focos de luz, que tornariam o espaço mais preenchido de equipamento - o objectivo é tornar o espaço agradável evitando ao máximo que os participantes se sintam incomodados pelos equipamentos utilizados.

 

Câmeras / Planos de filmagem / Disposição de equipamento e participantes

 

A sala, sendo fisicamente um rectângulo, dificultou a definição do número de câmeras e a sua disposição na área da mesma. Foram realizados testes e reuniões de experimentação, de forma a analisar do ponto de vista prático a disposição dos equipamentos e as soluções mais plausíveis.

 

Esquema 1- Reunião de teste

 

Nesta disposição encontraram-se alguns problemas quanto às regras de filmagem, nomeadamente a regra dos “terços” e ao alinhamento contrário das câmeras. Neste modelo existiam 2 câmeras que se situavam em linhas opostas, as quais apareciam nas filmagens. Outro dos problemas tem a ver com a impossibilidade de realizar alguns dos planos que se pretendem implementar durante as sessões. Neste tipo de disposição, surgem “zonas de desconforto” para os participantes, nas quais estes são filmados de costas, o que pode acentuar o desconforto dos mesmos, impedindo uma boa clarificação dos pensamentos e afectando a participação activa.

 

Imagem 1 - Focus group experimental

Imagem 2 - Focus group experimental

Imagem 3 - Focus group experimental

 

 

Como se pode verificar nas imagens extraídas dos clipes de vídeo registados nas sessões de teste da fase de réperage, encontram-se alguns dos problemas para esta disposição do equipamento. Um dos problemas foi também o excesso de luz natural, tendo que se configurar as máquinas de forma a corrigir este aspecto - não existe assim necessidade de uso de equipamentos de iluminação.

 

Tendo presentes os critérios e questões referenciados acima, assim como os testes realizados, chegou-se a uma arquitectura e disposição bastante optimizada e eficaz.

 

Esquema 2 - Arquitectura e disposição de equipamento e participantes

 

 

Existem 3 câmeras HDV, disponibilizadas pelo DeCA, posicionadas estrategicamente na sala.

Uma das câmeras, a representada no esquema pelo número 1 é estática e filma toda a mesa de focus group. As duas outras câmeras são móveis, quanto à sua rotação no eixo horizontal, zoom e cada uma delas ocupa um foco referente a cada uma das alas da mesa onde estão os participantes. Esta área de filmagem está representada pelas manchas coloridas a azul, verde e amarelo, que partem de cada uma das câmeras. O tracejado presente no interior das manchas coloridas representa a menor abertura angular a ser utilizada, isto é, o zoom máximo de forma a obter os planos pretendidos.

A necessidade da utilização de 3 câmeras surgiu do critério definido pelo grupo de trabalho quanto aos planos de filmagem.

 

É, de certa maneira impossível detalhar um storyboard com uma profundidade muito elevada, no entanto, é necessário que exista um fio condutor, de forma a anteceder casos onde são necessários determinados tipo de planos. O que é difícil de prever é a programação seguindo uma linha de tempo restrita, ou seja, dizer que a determinado minuto da sessão é necessário fazer determinado plano especifico para esse momento. Esta dificuldade surge do carácter dinâmico que se pretende que os participantes do focus group adoptem, podem surgir temas que supostamente, segundo guião, iriam surgir numa outra altura da sessão.

 

No entanto, existem alguns planos que se pretendem implementar nos trechos de documentário (após junção dos motion graphics criados no Adobe After Effects ®).

Em baixo pode-se observar a previsão de cenários, seguindo os contextos possíveis de interacção e diálogo:

 

Momento de discussão geral

 

Plano aberto da câmera fixa

 

Este plano surge da necessidade de captar um grupo de pessoas, onde é possível reconhecer as mesmas, sem entrar em detalhe sobre cada pessoa singular. Este plano torna-se bastante importante na medida que é um identificador do espaço de discussão, ou seja, a sala 21.1.24. A câmera a utilizar será fixa e terá uma inclinação vertical de cerca de -20º, representada na esquematização pelo número 1.

 

Imagem 4 - Câmera fixa - discussão geral (plano aberto)

 

Momento de discussão seccionada

Plano aberto das câmeras móveis

 

Este plano será implementado em momentos de debate que se foquem numa das alas das mesas. O objectivo é utilizar as câmeras laterais com operadores, captando um plano aberto da ala respectiva de forma a registar as interacções e diálogos provenientes do debate.

 

Imagem 5 - Câmera móvel - discussão geral (plano aberto)

 

 

 Exposição individual 

 

Subdivide-se em 2 vertentes: (1)participante que nunca falou; (2)participante do qual já existe identificação.

 

Plano médio (vertente 1)

 

Plano que capta o objecto filmado da cintura para cima, representando sensivelmente 1/2 do objecto. Este plano possibilita, respeitando a regra dos “terços”, um inclusão futura, através de edição no Adobe After Effects ®, de oráculos com a identificação do participante. Esta identificação é fulcral no processo de empatia com o público-alvo tornando-os mais sensíveis aos assuntos debatidos.

No diagrama é demonstrada uma possível forma de disposição dos oráculos, pelos rectângulos preenchidos a tracejado.

 

Imagem 6 - Câmera móvel - exposição individuall (plano médio)

 

Plano aproximado/grande plano (vertente 2)

 

No plano aproximado os participantes são enquadrados na imagem dos ombros para cima (pessoa singular), representando sensivelmente 1/3 do objecto. Este plano aparece quando há um depoimento de um participante do qual já existe identificação registados, ou seja, o plano será usado caso já se tenha verificado a vertente 1 da exposição individual. Tendo-se já verificado a vertente 1, poder-se-á realizar este plano, eliminando-se a necessidade de “espaço” para inclusão de oráculos de identificação.

 

Imagem 7 - Câmera móvel - exposição individuall (grande plano)

 

 

Plano de pan (panorâmica) horizontal

 

Este plano tem a particularidade de sortir um efeito de movimento. O objectivo é filmar cada uma das alas da mesa fazendo uma panorâmica dos elementos, podendo-se incluir ou não zoom in/zoom out de forma a dinamizar o plano. Desta panorâmica podem surgir algumas situações específicas quanto aos planos a implementar:

 

Plano aproximado > plano médio > plano aberto da ala – acompanhados de panorâmica horizontal da câmera com recurso ao zoom out;

Plano aberto da ala > plano médio > plano aproximado – igual panorâmica horizontal da câmera, com recurso a zoom in até ao plano aproximado.

 

Respeitando estes planos de filmagem, a existência de uma única câmera, de plano geral dos participantes ou mesmo de dois dificultaria a captação de expressões e emoções, intenções a implementar no documentário.

 

Assim sendo, a melhor solução ao nível da especificação técnica das filmagens será implementar um esquema de 3 câmeras, das quais 2 serão móveis, isto é, nas quais 2 elementos do grupo intervêm directamente, para dinamizar os planos e captar momentos cruciais durante as sessões que futuramente serão de grande relevância para a edição e montagem final do documentário.

Outras das razões para utilizar este esquema de câmeras é a disposição dos participantes na mesa de debate: como estes se encontram, de forma geral, frente-a-frente, torna-se imprescindível a utilização de mais do que uma câmera para se conseguirem captar todos os intervenientes. A não utilização deste esquema resultaria em depoimentos que seriam unicamente captados de forma sonora. 

As problemáticas associadas às zonas de desconforto também são eliminadas utilizando este esquema: as câmeras encontram-se lateralmente aos participantes não sendo intrusivas.

 

Nota: a câmera de plano geral situa-se ligeiramente inclinada (segundo uma vista top) devido à existência de um retroprojetor, utilizado como suporte nas sessões. No entanto, este deslocamento não surte qualquer efeito no plano de filmagem pretendido.

 

Acústica / Som

 

A acústica da sala foi testada através de testes efectuados com microfones.

Sendo o objectivo das sessões a discussão e debate, o risco de diálogos paralelos torna-se maior, tornando provável uma má percepção dos depoimentos.

Porém os testes efectuados decorreram sem nenhum problema, sendo somente necessária a utilização de microfones externos ligados directamente às câmeras. 

 

 

Guião do Documentário Eurágora


Barry Hampe, realizador, produtor e autor do livro “Making documentary films and movies” refere que não basta “gravar um monte de entrevistas, transcrevê - las, e então organizar o script”, é necessária uma planificação que conduza aquilo que queremos mostrar, assim como dados / imagens que provem as informações que passamos. 

É nesse sentido que o nosso documentário integrará duas vertentes: os factos e as opiniões. Apesar de no nosso tema não existir uma verdade absoluta a ser demonstrada, mas sim uma consciência colectiva que pretendemos perceber e estudar, pensamos que é importante mostrar alguns factos específicos e dados estatísticos que ajudam a compreender o tema e o contexto; assim, o documentário do Projecto Eurágora será composto por duas vertentes distintas: infografias e excertos dos focus group de investigação. 

A especificidade do documentário enquanto género cinematográfico  levou o grupo a efectuar uma pesquisa sobre a criação de guiões para este formato, uma vez que não tinhamos qualquer experiência na sua elaboração. 

Tal como pesquisamos, é natural que exista uma certa espontaneidade no que diz respeito ao guião e às imagens: o produto final é difícil de prever, uma vez que depende do que for captado e, no caso, da evolução das temáticas no Focus group e das intervenções dos participantes. 

Muitas vezes, como refere Sérgio Puccini, doutorado em Cinema e investigador da prática do roteiro cinematográfico e dramaturgia, é escrito o roteiro depois das filmagens, para orientar a montagem, e não antes da sua captação. O grupo fez um esboço de um guião técnico a utilizar na montagem, baseado num exemplo de Paulo Alberton.  (Guião de Pós Produção em PDF)

 No entanto,é fundamental algum plano de orientação, que já teve um início no momento em que definimos quais as temáticas e a ordem a abordá-las no documentário. (Guião Literário em PDF)

 Para além dessa orientação temática, também definimos pormenores técnicos como posições das câmeras, ambiente de gravação e planos a utilizar (ver especificação visual e técnica do documentário.) 

 

Os links abaixo conduzem aos exemplos de guião de Pós-Produção e Literário que produzimos para o documentário.

 

Guião Pós-Produção: http://pt.scribd.com/doc/53108962/Guiao-Pos-Producao

Guião Literário: http://pt.scribd.com/doc/53108954/Guiao-Literario

 

Resumo do processo de réperage (pré-produção)

Depois de concluído o processo de análise das condições, requisitos, critérios fulcrais para a passagem para a fase de produção é essencial enunciar, de forma sistémica, os equipamentos a utilizar. A tabela abaixo representa os equipamentos necessários à filmagem.

 

Tabela 2 - Listagem do equipamento 

 

Depois de filmar segue-se para o passo seguinte: digitalização para computadores.

 

Esquema 3 - Record (digitalização) para computadores

 

No esquema representativo, no canto superior esquerdo, encontra-se uma representação do record do vídeo captado para as máquinas do grupo.

O conteúdo das cassetes utilizadas para o registo áudio/vídeo foi passado para formato digital utilizando o software Adobe Premiere Pro ®.

 

O formato escolhido para o processo de digitalização foi HDV1080i25: 1080 diz respeito à resolução, sendo esta a resolução máxima dos equipamentos de filmagem e a que mais se enquadrava com as proporções de ecrã pretendidas (16:9); 25 diz respeito ao fps, número de frames por segundo, respeito as normas de codificação PAL que estão em vigor na Europa.

 

Acções implementadas no processo “record para computador”



Imagem 8 - Processo de record 1



Imagem 9 - Processo de record 2



Imagem 10 - Processo de record 3



Imagem 11 - Processo de record 4 

 

Imagem 11 - Processo de record 5

 

Imagem 12 - Processo de record 6

 

 

 

  • Criação de um novo projecto no Adobe Premiere Pro ® – criam-se automaticamente pastas onde são guardados os ficheiros criados.
  • Window>Capture.
  • Ligar cabo firewire de equipamento de filmar ao computador – Função “tape” activada automaticamente > Selecionar função.
  • O processo de record decorre com a duração da filmagem contida na cassete (passagem em directo).

 

Depois de concluído o processo de record, o vídeo é armazenado no computador sem compressão, como clipe de filme e é também criado um ficheiro .xmp que contém informações acerca do clip de filme. (canto inferior esquerdo do esquema representativo)

 

Esquema 4 - Animações/Renders/Fusão/Formato final

 

 

O esquema refere-se ao processo que decorre desde a criação das animações no Adobe After Effects ®, renders das animações, fusão dos trechos de vídeo captados do focus group e montagem final.

 

Para fazer as animações pretendidas e como referido nas entregas dos trabalhos práticos 2 (requisitos funcionais e viabilidade técnica) e 3 (demos técnica e gráfica), o software utilizado é o Adobe After Effects ®, representado na parte superior do esquema.

 

Na criação de um novo projecto no AE os parâmetros definidos devem corresponder aos utilizados no processo de digitalização referido anteriormente. (Imagens referentes ao processo no Adobe After Effects ®)

 

Acções implementadas no processo de criação das composições no Adobe After Effects ®

 

Inicialmente cria-se um novo projecto no programa e de seguida a composição. Na criação da composição são definidos os parâmetros pretendidos como por exemplo a resolução de vídeo, número de frames por segundo e normas de codificação, adequando sempre estes parâmetros aos definidos para o record referido anteriormente.

O formato utilizado foi o HDV1080i25, sendo a resolução de 1440px por 1080px. Esta resolução corresponde aos pixéis que são realmente guardados, sendo que na definição da composição no Adobe After Effects ® a resolução que surge na criação de uma nova composição.

 

Um aspecto particular e que se teve em bastante consideração foi o aspect ratio na escolha do formato. Utilizando o formato acima referido, o aspect ratio vem definido em 16:9, sendo esta proporção a mais utilizada na actualidade, em detrimento da proporção 4:3.

Em termos comparativos com os formatos mais utilizados, HDV, AVCHD e DVCPROHD, o formato escolhido, além de ser o de melhor qualidade conseguido pelo equipamento de filmagem utilizado, é o que traz mais vantagens ao grupo, desde a edição, até ao render e montagem final.

 

O formato DVCPROHD é o que utiliza menos utensílios de compressão, no entanto, neste tipo de formato criam-se sub amostras dos ficheiros na horizontal (1920 para 1280).

Em termos de qualidade de vídeo, o melhor formato de todos seria o AVCHD, no entanto este formato não é passível de ser captado pelas câmeras, o que impossibilita o seu uso. Além disso, são necessárias máquinas (computadores) mais potentes (uso do CPU - 54%) com um tempo de render de 29s.

 

Tendo em conta estas variáveis, o formato HDV, segundo testes efectuados em máquinas da marca HP, tem uma percentagem de utilização de CPU de 34%, com um tempo de render de 19s. Assim sendo, o formato acima referido requer a utilização de máquinas menos potentes e o processo de render é facilitado em questões de tempo.

 

nota: as percentagens demonstradas resultam de testes efectuados em máquinas da marca HP, sendo a marca utilizada em 50% pelo grupo.

 

No formato HDV é utilizado um codec de menor complexidade MPEG-2 e é requerido um data rate de 25Mbps, o que é relativamente bom, comparando com os 100 Mbps do formato DVCPROHD.

 

Edição de video

 

No programa Adobe After Effects ® são passíveis de implementar filtros  de edição de vídeo. A seguir segue-se uma lista de filtros que poderão ser usados futuramente, caso se justifique:

 

Adjust:

  • Auto Contrast;
  • Auto Levels:
  • Auto Color;

Color correction: 

  • Brightness Contrast ;
  • Levels;



vpmoliveira @ 15:21

Qui, 14/04/11

 O dia de ontem (quarta-feira) foi um dia fundamental para o grupo no âmbito da entrega da especificação técnica e gráfica a entregar até amanhã.

Depois de uma aula de Projecto com o prof. Pedro Amado, uma OT com a professora Margarida e uma reunião com os orientadores, o grupo já tinha mais duas páginas de coisas a fazer / melhorar.

Uma das questões abordadas na OT foi a organização interna do grupo. Tendo em conta as duas vertentes em que o nosso projecto se desdobra, a nossa organização não se baseia tanto numa questão gráfica / técnica mas sim por áreas de acção. Assim, enquanto que o Sérgio e o Pedro se dedicam mais afincadamente ao documentário, a Vera e o Hugo estão mais responsáveis pela plataforma. Claro que há momentos em que uma ou outra parte está mais adiantada, e assim se reúnem esforços na conclusão da outra.

Neste momento, as questões relativas ao documentário para a entrega da TP4 – Especificação funcional e técnica estão bem encaminhadas, pelo que é necessária uma maior atenção na especificação da plataforma e é nesse aspecto que o trabalho do resto do dia de hoje se focará, de forma a mostrarmos amanhã na reunião com os orientadores para possíveis correcções e sugestões.

Outro aspecto que já está concluído, em articulação com a UC de Cibercultura, é o inquérito que nos permitirá recolher os dados necessários para completar o estudo teórico do tema, assim como para construir as infografias necessárias no documentário a ilustrar esse estudo.

Brevemente ele será aqui publicado, e pedimos a colaboração de todos os colegas no preenchimento do inquérito, assim como na sua difusão.  :)




pedrovitoria @ 15:56

Seg, 11/04/11

Na tarde de 6 de Abril, decorreu a primeira reunião com o focus group de investigação. 

Esta foi a primeira das reuniões previstas e teve como objectivos a apresentação das temáticas a abordar nas sessões seguintes assim como a apresentação dos moderadores e introdução aos temas através de uma discussão generalizada acerca da Europa. 

De uma forma geral, a reunião teve como propósito principal a familiarização do focus group com as temáticas e o despertar do espírito crítico e da partilha de opiniões.

As  principais questões abordadas pretendiam perceber os conhecimentos dos participantes sobre a Europa e o quanto se sentem europeus, detectando também aquilo que são os pontos em comum entre o nosso país e o resto da europa. 

Numa primeira fase fizemos umas questões mais directas e um jogo que testava a cultura geral dos intervenientes sobre a Europa. Depois, colocamos questões que apelavam à discussão.  

Pudemos compreender que, à excepção de um, todos os participantes partilhavam um sentimento de identidade portuguesa, e não europeia. A moeda, a fácil mobilidade e as leis comuns surgiram como os pontos que mais nos ligam à Europa. 

A pertença de Portugal à União Europeia foi um dos temas que gerou maior discussão, pois foram apontados vários factores negativos inerentes a essa pertença. No entanto, na opinião geral, fazer parte da UE é positivo e traz benefícios e vantagens ao nosso país. 

Numa última fase, foi perguntado quais seriam os temas que focariam caso estivessem no nosso lugar, a desenvolver um projecto sobre a consciência europeia. Alguns dos temas coincidiram com os escolhidos por nós: a mobilidade, os programas de mobilidade estudantil, os media e a internet e a migração. Para além desses, foi sugerida a importância da educação, do contexto social e a linha histórica da criação da Europa/União Europeia. 

O grupo ficou bastante satisfeito com o resultado da primeira reunião. O grupo de discussão foi dinâmico e liberto em expressar as suas opiniões, o que contribuiu para a recolha de testemunhos muito interessantes.

Deixamos aqui algumas fotos da reunião para abrir o apetite :)

 
 


Ficheiro de suporte à reunião com o focus group:
 



sergio-campos @ 00:14

Seg, 04/04/11

A ECREA (European Communication Research and Education Association) lançou uma proposta de desenvolvimento de um projecto a apresentar num workshop em Dublin durante o início do mês de Setembro de 2011, que seguisse uma das seguintes temáticas:

 

1. The emergence of and the discourse about new mass media (popular press, film, radio and TV broadcasting, the internet) 

2. Roles of state and private-sector influences (PSB and market-based models, public and private broadcasting) 

3. Struggles over “press freedom” and “public spheres”: competing conceptualizations, values, norms, regulations issues 

4. ‘History-friendly’ accounts of the co-evolution of media and other forms of institutional changes in Europe 

5. Role of counter publics and social movements 

6. Audience behavior, consumptions norms and consumer/audience identities 

7. The formation, roles and engagement of the public, media ‘audiences’ or users 

8. Mass Communication in the two World Wars or in the Inter-War Crises (Russian Revolution and Rise of National Socialism/facism) 

9. The Cold War: East-West conflict 

10. Media structures, ownership, concentration and related policies 

11. Media Change in specific European ‘regions’ or geo-political formations 

12. The EU project and the European Public 

13. The American influence and trends like globalization, mediatization or visualization"

 

O workshop visa a escrita de um handbook que englobará as várias apresentações que irão ser feitas no decorrer do mesmo.

 

Tendo em conta que o nosso projecto se pode inserir nas temáticas 1, 11 e 12 o grupo decidiu concorrer e, depois de aconselhamento por parte dos orientadores de projecto, Professora Lídia Oliveira, Professor Jorge Ferraz e Professor Vania Baldi, realizamos o abstract.

 

Abstract
 

The influence of media consumption in the construction of a European consciousness
 

Hugo Araújo, Pedro Vitória, Sérgio Campos, Vera Oliveira, Jorge Ferraz de Abreu, Vania Baldi, Lídia Oliveira


University of Aveiro

 

Several R&D institutions from different European countries (France, Spain, Italy, Germany, Greece, Moldova and Republic of Belarus) are working together in a project with the aim of understanding (1) when and how young people become aware of their European identity; (2) how European consciousness his emerging among young people from different countries, regions and languages and (3) understanding the role of media and cultural assets in the European awareness among young people.

In Portugal, under the degree in New Communication Technologies of the University of Aveiro, a research team is dealing with a particular topic of this project: “The Media and Culture influence in the European Conscience of the Portuguese Youth”. This sub-project aims to understand how the media and cultural goods consumption, along with other social and technological factors, influence the perception of the Europe citizenship among the Portuguese youth.

An empirical study based on several focus groups (with not only Portuguese participants, but also Erasmus students from other European countries) is the basis for the outcome of the project: a video documentary reflecting the main conclusions on this theme incorporating some advanced features like on-line automatic translation and motion graphics with statistics data. The documentary also includes video extracts of the focus group sessions stressing out some its dynamics and illustrating how the young Portuguese percept the media consummation habits and cultural goods. In this context it is possible to understand the reality of communication of European themes in a national context, namely tanking in consideration:

- The mergence of and the discourse about new mass media (popular press, film, radio and TV broadcasting, the internet);

- Media Change in specific European ‘regions’ or geo-political formations;

- The EU project and the European Public.

Young people today are immersed in the dynamics of media consumption that puts them in a privileged situation of cross-border relationships. The experience in this context should increase awareness and curiosity among young Europeans and create opportunities for the formation of a plural identity, despite the socio-cultural specificity of each country.

 

O objectivo da participação neste workshop é a valorização do trabalho de investigação realizado no âmbito do curso e a possibilidade de fazer com que este seja conhecido e se torne num factor de relevância em contexto internacional.

 

Desde já agradecemos o apoio dos professores pela disponibilidade durante o início de fim-de-semana para efectuarem as correcções ao nível semântico, de conteúdo e de estruturação do abstract escrito (visto que a entrega teria que se realizar até ao final do dia 2 de Abril, Sábado).

 

A nossa intenção é elevar o nome do curso e da universidade a um workshop com esta magnitude e mostrar que os jovens portugueses possuem competências para participar em programas internacionais de investigação e produção de conteúdos audiovisuais.

 

Agora só nos resta aguardar que a ECREA proceda à revisão do abstract.

 

Mais informações em: http://www.ecrea.eu/events/about/id/61.




hugo-jp-araujo @ 01:28

Sab, 02/04/11

Porquê fazer a reflexão critica no dia seguinte?

Por um lado, à sexta-feira reunimo-nos com os orientadores para reflectir sobre o trabalho feito durante a semana, sendo os inícios das reuniões caracterizadas por um curto resumo da semana de trabalho. Assim sendo, a presente reflexão tem o intuito de reflectir acerca do processo de desenvolvimento das demos e, mais importante, fazer uma análise das dificuldades e desafios levantados durante a sua composição.

No que diz respeito ao documentário, produto base do projecto Eurágora, os grandes problemas que o grupo enfrentou estão relacionados com a resolução (em pixéis) dos vídeos. Ora, este problema surge, em parte, pela falta de experiência do grupo no que diz respeito à produção de conteúdo audiovisual. Ao desenvolver as animações no After Effects®, o grupo não teve em conta a resolução dos vídeos capturados nas sessões de focus group, o que dificultou a copulação entre os diferentes conteúdos.

No que diz respeito ao website de suporte ao documentário não se levantaram problemas relevantes, sendo que grande parte das aplicações que constituíam desafios foram resolvidas com a implementação de plugins e edição de HTML e CSS.

Quanto à demo funcional da plataforma foi utilizada uma versão trial, gratuita, para gravar o ambiente de trabalho (captação da montagem feita no Prezi para inserção de tooltips), o que dificultou o processo de exportação da mesma para o Youtube, devido à existência de uma marca de água que ocupa grande parte do ecrã. Assim sendo, decidiu-se editar o vídeo captado no Premier Pro® e com a utilização de uma mask layer tornar visível somente a área de interesse. 

Como resultado, a qualidade do vídeo diminuiu consideravelmente. Porém, o professor Jorge Ferraz aconselhou-nos a publicar o vídeo em qualidade HD com a marca de água, dando as duas opções de visualização.

Apesar dos problemas com a demo do documentário, o grupo está satisfeito com o desenrolar do projecto e motivado para o que falta, já que o objectivo sempre foi desenvolver novas capacidades técnicas, neste caso, optando por trabalhar com software com o qual não estão familiarizados.

Como resultado da reflexão o grupo publicou uma nova versão da demo técnica/funcional do vídeo que inclui uma breve descrição das animações e efeitos utilizados. Para visualizar a nova versão basta reproduzir o vídeo anteriormente embebido na entrega de ontem.

 

Demo funcional da plataforma (marca de água)

 


Blog do projecto do 3º ano de NTC no âmbito da UC de Projecto.
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